Velório de Lito Sousa terá momento reservado à família e proíbe fotos e imprensa

O velório de Lito Sousa, influenciador e especialista em aviação que morreu aos 59 anos na última quinta-feira (1º/10), terá uma parte aberta aos fãs e outra reservada exclusivamente aos familiares. Novos detalhes sobre a despedida foram divulgados no perfil do Instagram de Lito, na manhã desta sexta-feira (2/10), por uma pessoa próxima à família.

A cerimônia acontece no Museu Aeroespacial Paulista (MAPA), na Avenida Braz Leme, 2.594, em Santana, Zona Norte de São Paulo. O período aberto ao público está previsto das 9h às 12h. Depois disso, a despedida continua de maneira restrita para familiares e pessoas próximas.

Segundo o relato divulgado nos stories, a orientação é que o último carro com visitantes seja autorizado a entrar por volta das 11h45, justamente para que os momentos finais da cerimônia sejam preservados para a família. “A gente vai reservar o final ali para a família mesmo, de forma exclusiva, para eles se despedirem”, explicou a pessoa próxima aos familiares.

Além dos horários, houve um pedido expresso para que aqueles que comparecerem ao local não façam fotos ou filmagens durante o velório. Avisos com a orientação foram espalhados pelo espaço. O desejo parte de Mila Seidl, esposa de Lito, que optou por conduzir a despedida de maneira mais íntima e preservar a família durante o momento de luto.

A mesma orientação se estende aos veículos de comunicação. Segundo o relato, a entrada da imprensa não será permitida no velório. “A Mila quer fazer de forma mais reservada. Então, quem for da imprensa já aviso que a gente não vai permitir entrada”, acrescentou.

Joselito Geraldo de Sousa, conhecido nacionalmente como Lito Sousa, morreu após enfrentar a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma condição neurológica rara, degenerativa e de rápida progressão. O diagnóstico havia sido revelado cerca de quarenta dias antes de sua morte.

A notícia da morte foi anunciada por Mila em uma publicação nas redes sociais do casal. Lito chegou a passar por um tratamento experimental com o medicamento ALN-6457, trazido ao Brasil em uma operação de urgência após autorização excepcional da Anvisa.

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