Sabalenka interrompe jogo no US Open após sentir cheiro de maconha e faz pedido à arbitragem; assista

Aryna Sabalenka durante coletiva de imprensa. (Foto: Reprodução/ X)

Aryna Sabalenka protagonizou uma situação inusitada durante a terceira rodada do US Open, nesta sexta-feira (4). A número 1 do mundo interrompeu a partida contra a uzbeque Kamilla Rakhimova após sentir um forte cheiro de maconha na quadra do estádio Louis Armstrong, em Nova York.

Sabalenka havia começado bem o confronto e liderava o primeiro set por 3 a 0 quando percebeu o odor durante seu segundo game de saque. Antes de retomar a disputa, ela chamou a atenção da árbitra Eva Asderaki-Moore para o que estava acontecendo.

“Alguém está fumando maconha”, avisou Sabalenka, que vencia o game por 30 a 0 naquele momento. “Você se importaria de… Porque o cheiro está muito forte”, pediu na sequência.

Confira:

Sabalenka seguiu na partida e venceu Rakhimova em sets diretos. Depois do confronto, em coletiva de imprensa, a tenista explicou que não se incomoda com o que as pessoas fazem para se divertir, mas pediu que o consumo não aconteça nas proximidades das quadras.

“Eu fiquei tipo: ‘Gente, vocês podem fazer o que quiserem, podem fumar o que quiserem, podem relaxar o quanto quiserem, mas, por favor, não façam isso perto das quadras de tênis’”, declarou. “É um pouco complicado lidar com esse cheiro enquanto você está tentando competir no seu melhor nível”, afirmou.

Aryna Sabalenka durante coletiva de imprensa. (Foto: Reprodução/ X)

O odor de maconha já provocou reclamações de outros atletas em edições anteriores do US Open. Embora seja proibido fumar dentro das instalações de Flushing Meadows, o uso recreativo da cannabis é permitido em Nova York para maiores de 21 anos. A fumaça produzida nas áreas próximas ao complexo pode acabar chegando às quadras.

Sabalenka contou que já havia sentido o cheiro durante o torneio, mas nunca com a mesma intensidade durante uma partida. Segundo a tenista, o vento desta sexta também pode ter contribuído para levar a fumaça até o estádio.

“Tão forte assim, sim. Também porque estava ventando um pouco”, explicou. “Não sei se vinha da torcida ou de fora, porque o vento levou o cheiro para dentro do estádio”, acrescentou. “Se continuarem fumando assim, quem vai ficar chapada sou eu”, brincou.

Por fim, a atleta fez um apelo. “Só espero que as pessoas fiquem um pouco mais atentas a esse tipo de coisa”, disse. Ao perceber que as perguntas sobre o assunto continuavam, ela caiu na risada. “Vamos lá, gente. Acho que não tem mais nada para falar sobre maconha. Só estou pedindo para as pessoas não fumarem perto da quadra de tênis”, encerrou.

Assista à entrevista:



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