

P
edro Higa, de 28 anos, morreu após passar mal durante o Zig Festival, em São Paulo. Segundo relatos de amigos próximos nas redes sociais, o jovem desmaiou durante o evento e foi levado ao hospital. Até o momento, não foi possível confirmar, nas fontes consultadas, a causa da morte ou os detalhes do atendimento prestado a ele.
“Eu estava lá, eu fui ao festival com ele. Eu passei a madrugada no hospital, não postei nada em respeito à família. Nem consigo sentir raiva de tanta tristeza e choque. Estávamos felizes para ver a Slayyyter”, escreveu uma amiga do jovem no X (ex-Twitter) antes de privar a conta devido à repercussão.
Segundo o jornalista José Norberto Flesh, referência na cobertura de Entretenimento, a polícia está investigando o caso.
A edição paulistana do festival aconteceu entre o sábado (10) e a madrugada de domingo (11), no Pavilhão e na Audio, casas de show localizadas na zona oeste da capital. A programação contou com artistas como Slayyyter, Rochelle Jordan e INJI – Slayyyter, inclusive, também estará no Lollapalooza 2027.
O festival também foi alvo de reclamações sobre as condições do espaço. Em reportagem publicada no domingo, o jornal Folha de S.Paulo descreveu calor intenso, concentração de público e dificuldade de circulação na pista durante a apresentação de Slayyyter, provavelmente a artista mais requisitada do festival. Não há, nas informações consultadas, confirmação de uma relação entre essas condições e a morte de Pedro.
O evento, que está em sua segunda edição, é organizado pelo grupo Zig, conhecido por festas e casas de música alternativa e LGBTQIAPN+ em São Paulo, fundado por Rafael Maia e Werik Andrade.
Após os relatos de superlotação e más condições, o festival emitiu uma nota em suas redes sociais, pedindo desculpas e dizendo que “estão cientes e frustrados com os problemas ocorridos durante a edição 2026 do festival” e que “nosso compromisso sempre foi e continua sendo oferecer entretenimento de qualidade”. A organização também afirma que reclamações e solicitações serão analisadas individualmente.
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A Audio, casa de shows em que o evento foi realizado, emitiu uma nota de pesar na tarde desta terça-feira e disse lamentar profundamente e que se “se solidariza com seus familiares e amigos neste momento de dor” e que está colaborando com as autoridades responsáveis pela apuração do caso.
A casa ainda afirma que o jovem, por por volta de 1h40, foi levado ao posto de atendimento médico do evento pelo bombeiro civil, onde recebeu pronto atendimento do médico responsável, conforme os protocolos de emergência.
“Em seguida, foi removido em ambulância UTI para a Santa Casa de São Paulo, onde chegou em menos de 8 minutos. Infelizmente, apesar dos esforços das equipes médicas, ele não resistiu e faleceu no hospital. O atendimento ocorreu por volta de 1h40, antes da apresentação principal da noite, que teve início por volta das 3h20”, informa a Audio.
A CAPRICHO tentou contato com amigos e familiares e não teve resposta até o momento. A reportagem também entrou em contato com a assessoria de imprensa do festival, mas não teve resposta até o momento. A matéria será atualizada com informações complementares.
Com informações da Capricho




