Os candidatos que disputarão as eleições de 2026 no Acre poderão gastar até R$ 3,55 milhões nas campanhas ao governo do Estado no primeiro turno, segundo a tabela de limites de gastos divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Caso a disputa seja decidida em segundo turno, será permitido um acréscimo de R$ 1,7 milhão, elevando o teto total para pouco mais de R$ 5,3 milhões.
Os valores passam a balizar a campanha dos pré-candidatos ao Palácio Rio Branco. Alan Rick (União Brasil), Thor Dantas (PSB), Tião Bocalom (PSDB) e Mailza Assis (Progressistas) já definiram as datas de suas convenções partidárias, quando oficializarão as candidaturas ao governo do Acre e darão início à campanha eleitoral.
De acordo com a tabela, os candidatos ao Senado terão limite de despesas de R$ 3.176.572,53. O mesmo valor foi estabelecido para os concorrentes à Câmara dos Deputados. Já os candidatos à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) poderão gastar até R$ 1.270.629,01 durante a campanha. Atualmente, o Acre conta oito pré-candidatos ao senado, Júnior Feitosa (DC), Inácio Moreira (PSOL), Jorge Viana (PT), Mara Rocha (Republicanos), Marcio Bittar (PL), Eduardo Velloso (Solidariedade), Gladson Cameli (Progressistas) e Sérgio Petecão (PSD).
Os valores foram mantidos nos mesmos patamares aplicados nas eleições de 2022, corrigidos com base na atualização monetária prevista pelo TSE. O Acre integra o grupo de estados com os menores tetos para campanhas de governador, ao lado de Amapá e Roraima, onde o limite para o primeiro turno também é de R$ 3,55 milhões.
Em âmbito nacional, os candidatos à Presidência da República poderão gastar até R$ 88,94 milhões no primeiro turno, com possibilidade de acréscimo de R$ 44,47 milhões em caso de segundo turno.
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Lucas Vitor




