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fenômeno que descreve a redução significativa da frequência de relações sexuais entre os jovens da Geração Z ficou conhecido como o ‘apagão sexual’. Como já discutimos aqui na CAPRICHO, os motivos por trás envolvem aspectos sociais, culturais e históricos – desde uma nova ideia de prazer ao aumento da pornografia. Um novo estudo destacou outro fator a ser considerado: o econômico.
Segundo a pesquisa com mais de 2.300 adultos de 18 a 29 anos, realizada pela Playboy, pelo Instituto Kinsey e pela marca de saúde sexual feminina Julie, a parte da Geração Z está sem dinheiro para fazer sexo ou buscar um relacionamento romântico. 39% dos entrevistados disseram que “o custo de namorar limita suas oportunidades de sexo ou romance”, e 43% apontaram constantes preocupações financeiras dificultam o namoro em geral.
Os números também mostraram que não é falta de querer: 74% dos jovens entrevistados relatam “desejo sexual moderado a muito alto”. No entanto, mais de 66% disseram que não há oportunidade de conhecer alguém e 60% disseram que têm muito medo da rejeição para sequer tentar.
O local onde os jovens moram também influencia a vida sexual, segundo a pesquisa. Dois terços das pessoas solteiras que residem com os pais não tiveram nenhum parceiro sexual nos últimos três meses. Segundo a Playboy, que realizou o estudo, os jovens têm o desejo, “só não têm coragem, privacidade ou dinheiro para realizá-lo”.
Um outro estudo, publicado em setembro deste ano, pela serviço de pagamentos Zelle, também apontou como o aumento do custo de vida tem impactado os solteiros. De acordo com o relatório, a grande maioria (84%) dos solteiros da Geração Z e dos millennials afirma que o aumento do custo de vida afetou suas vidas amorosas.
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Com informações da Capricho




