O Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran-AC) publicou nesta quarta-feira (2) a lista de 50 mulheres selecionadas para participar do programa CNH Social na modalidade destinada a vítimas de violência doméstica ou familiar.
As selecionadas terão direito ao processo de primeira habilitação e deverão escolher entre as categorias A, B ou AB. A seleção foi realizada após a validação das inscrições e da documentação apresentada pelas candidatas, conforme os critérios estabelecidos pelo programa.
Rio Branco concentra o maior número de selecionadas, com 26 mulheres. Também foram contempladas candidatas de Tarauacá (8), Cruzeiro do Sul (5), Feijó (4), Santa Rosa do Purus (3), Brasiléia (2), Senador Guiomard (1) e Sena Madureira (1).
Após serem comunicadas oficialmente sobre a seleção, as candidatas terão 20 dias úteis para realizar a matrícula e abrir o Registro Nacional de Condutores Habilitados (RENACH), além de fazer a coleta de biometria e fotografia. A documentação exigida inclui CPF, documento de identidade válido, comprovante de endereço e outros documentos previstos no programa.
Em Rio Branco, o procedimento deverá ser realizado na sede do Detran-AC, localizada na Estrada Dias Martins, no bairro Jardim Primavera. Nos demais municípios, as candidatas deverão procurar a respectiva Ciretran. Quem mora em localidades sem Ciretran poderá encaminhar a documentação por e-mail ou comparecer à unidade mais próxima.
O Detran alerta que o descumprimento dos prazos pode resultar na desclassificação e perda do benefício. A exceção ocorre quando houver justificativa apresentada pela candidata e deferida pela Comissão de Seleção, que poderá conceder uma prorrogação pelo mesmo período.
Depois da matrícula, as selecionadas deverão cumprir uma série de etapas, incluindo exames médicos e psicológicos, aulas teóricas e práticas e os respectivos exames de habilitação.
A portaria também prevê a convocação de candidatas suplentes caso haja vagas remanescentes, respeitando a ordem de classificação e o limite estabelecido pela legislação.
Lucas Vitor




