Daniel Vilela (MDB) é reeleito governador de Goiás

Daniel Vilela (MDB) é reeleito governador de Goiás

RIBEIRÃO PRETO, SP (FOLHAPRESS) – O governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), 42, foi reeleito neste domingo (4) no primeiro turno para comandar o estado pelos próximos quatro anos.

Com 91,23% das urnas apuradas, Vilela tinha 58,88% dos votos válidos. Em segundo lugar estava Wilder Morais (PL), com 22,21%, seguido por Luis Cesar Bueno (PT), com 9,45%.

Vilela é filho de Maguito Vilela, ex-governador de Goiás (1995-1998), que morreu em janeiro de 2021 devido a complicações decorrentes da Covid-19. Maguito tinha sido eleito prefeito de Goiânia em 2020 e tomou posse em 1º de janeiro com assinatura eletrônica na UTI do hospital em que estava internado.

Daniel Vilela está em sua sexta eleição. Disputou a primeira em 2008, aos 24 anos, quando foi eleito vereador em Goiânia, pelo então PMDB. Dois anos depois, candidatou-se a deputado estadual e foi novamente eleito e, em 2014, obteve uma vaga na Câmara dos Deputados.

Conheceu sua única derrota nas urnas até aqui ao tentar ser governador de Goiás em 2018, justamente para Ronaldo Caiado (PSD), que o teve como vice quatro anos depois. Vilela foi o segundo mais votado naquele ano, com 16,14% dos votos válidos, mas Caiado somou 59,73% e liquidou a disputa ainda no primeiro turno.

Vilela, sempre no MDB, assumiu o governo neste ano, após o então titular renunciar para disputar a Presidência da República. Sua coligação era formada por outros 11 partidos (Republicanos, Podemos, Mobiliza, Democrata, Agir, PSD, Avante, PRD, Solidariedade, União Brasil e PP). O vice-governador eleito é Luiz do Carmo (MDB).

Wilder Morais, o segundo colocado nas urnas, tualmente é senador, depois de ter sido eleito no pleito de 2022. Também já foi secretário da Infraestrutura e da Indústria e Comércio de Goiás.

No total, seis candidatos disputaram a eleição ao Governo de Goiás neste ano. Além de Vilela e Wilder Morais, também levaram seus nomes às urnas Danilo da Silva (PCO), Luciana Amorim (UP) e Luis Cesar Bueno (PT) e Marconi Perillo (PSDB).

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