Viajar pelo mundo ganhou um significado diferente para Kaylee Killion e Cody Nelson. O casal norte-americano decidiu transformar as viagens em um desafio íntimo: conhecer novos países e ter relações sexuais durante as estadias. A aventura, que já passou por cerca de 20 destinos, foi contada no “Melhor Da Tarde” desta sexta-feira (14). Segundo Kaylee, eles gastaram até agora aproximadamente 52 mil libras esterlinas, o equivalente a mais de R$ 300 mil.
Aos 29 e 32 anos, respectivamente, Kaylee e Cody revelaram que antes de colocar o plano em prática, os dois tinham cerca de US$ 70 mil (aproximadamente R$ 380 mil) guardados. A quantia, porém, foi sendo usada ao longo das viagens.
“Basicamente, gastamos todas as nossas economias para poder viajar”, contou Kaylee. Ela também revelou que chegou a vender o próprio carro para aumentar o orçamento antes de embarcar para a Europa.
A ideia surgiu depois que Kaylee e Cody começaram a namorar. Natural de Phoenix, nos Estados Unidos, ela já havia morado no México e sugeriu que os dois se mudassem para Tulum. O que seria apenas uma mudança de país acabou se transformando em um projeto muito maior.
Depois da temporada mexicana, o casal decidiu explorar outros lugares. Em determinado momento, percorreu diferentes regiões da Europa em um trailer. Foi durante essa fase que as viagens passaram a ser encaradas como uma espécie de missão a dois.


Desde então, Kaylee e Cody já visitaram destinos na Europa e na Ásia, além de países como México, Costa Rica e Canadá. As experiências também passaram a ser compartilhadas nas redes sociais, onde o casal registra parte da rotina durante as viagens. O nome do perfil da dupla é “The Naughty Travelers” (“Os Viajantes Safados” ou “Os Viajantes Travessos”, em tradução livre).
Apesar do entusiasmo, Kaylee sabe que cumprir a meta em todos os países está longe de ser algo simples, ou rápido. Os dois só conseguem viajar durante determinados períodos do ano, além de enfrentarem restrições relacionadas a vistos e entrada em alguns territórios.
“Provavelmente levará a nossa vida inteira, porque só podemos viajar por cerca de três meses por ano. Muitos países também exigem vistos que podem demorar meses para serem aprovados”, explicou. Assim, o desafio não tem previsão de término.
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