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e você olhar para o céu nesta terça-feira, 22 de setembro, vai se deparar com uma Lua Crescente (gibosa crescente) brilhando forte! Com mais de 80% do seu disco iluminado pela luz solar, nosso satélite natural caminha a passos largos em direção à Lua Cheia. É aquele momento perfeito do mês em que a noite vai ficando gradativamente mais clara e iluminada.
Entendendo a astronomia por trás do fenômeno
Do ponto de vista astronômico, as fases da Lua representam a variação da porção visível do satélite que recebe a luz do Sol, vista a partir da Terra.
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Posição no céu: Nesta fase, a Lua surge no horizonte ainda no início da tarde e atinge o ponto mais alto do céu ao anoitecer, permanecendo visível durante grande parte da noite.
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Observação: É uma excelente oportunidade para quem gosta de observar crateras e mares lunares com binóculos, telescópios ou até com a câmera do celular.
O que o clima e as mudanças climáticas têm a ver com isso?
Para garantir uma boa observação celeste, as condições atmosféricas desempenham um papel crucial:
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Cobertura de Nuvens: Passagens de frentes frias e alta umidade podem formar nuvens densas que encobrem o brilho lunar.
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Qualidade do Ar: Incêndios florestais e emissões de poluentes urbanos lançam fumaça e material particulado na atmosfera. Essa camada espalha a luz e causa o fenômeno da poluição luminosa, reduzindo a nitidez do céu estrelado.
Cuidar do nosso clima e combater as emissões de carbono traz benefícios diretos não apenas para o meio ambiente e para a saúde, mas também para garantir céus limpos e noites de observação incríveis.
*Este conteúdo foi produzido com auxílio de ferramentas de inteligência artificial, com curadoria e checagem da equipe de jornalistas da CAPRICHO.




