Qual a fase da Lua neste sábado (24/10/2026)? Veja o calendário

Fases da Lua (Acervo/CAPRICHO)


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e você olhar para o céu neste sábado à noite, 24 de outubro de 2026, vai perceber que a Lua está quase perfeitamente redonda e exuberante. Não é impressão sua: nosso satélite natural está no ápice do ciclo intermediário de Gibosa Crescente, exibindo aproximadamente 95% de sua superfície visível iluminada.

Faltando apenas dois dias para o ápice da fase Cheia, o brilho prateado domina a noite do fim de semana. Mas você sabe exatamente o que o termo “giboso” significa na ciência do cosmos ou como o estado do ar na Terra altera a percepção das cores e da nitidez desse brilho lá em cima?

A física e a beleza da fase Gibosa Crescente

Na astronomia, o ciclo completo da Lua (chamado de mês sinódico, com duração média de 29,5 dias) não se resume apenas às quatro fases principais clássicas. Entre o momento em que metade do disco lunar é iluminado (Quarto Crescente) e a iluminação total (Lua Cheia), existe o período chamado Gibosa Crescente.

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O termo vem do latim gibbosus, que significa “curvado” ou “com protuberância” — uma descrição perfeita para o formato arredondado e convexo que a fração iluminada assume no céu. Durante este período, a posição relativa entre o Sol, a Terra e a Lua faz com que vejamos quase todo o lado lunar voltado para nós refletindo a luz solar. Por nascer ainda no fim da tarde e cruzar quase toda a madrugada no topo do céu, a fase gibosa é uma das prediletas para a observação astronômica a olho nu ou com binóculos!

Calendário Lunar de Outubro de 2026

Para você acompanhar a transição do céu ao longo deste mês, confira as datas exatas das quatro fases principais segundo as efemérides astronômicas oficiais:

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  • Quarto Minguante: 3 de outubro (10h25min)
  • Lua Nova: 10 de outubro (12h50min)
  • Quarto Crescente: 18 de outubro (13h12min)
  • Lua Cheia: 26 de outubro (01h11min)

Mudanças climáticas e atmosfera: O filtro do céu

Você já deve ter notado que, quando a Lua está surgindo próxima ao horizonte, ela muitas vezes exibe um tom dourado, alaranjado ou avermelhado marcante. Esse fenômeno visual é resultado do Espalhamento Rayleigh: como a luz precisa atravessar uma camada mais espessa de ar atmosférico para alcançar nossos olhos, os comprimentos de onda azuis são dispersados, enquanto os tons mais longos (como o vermelho e o laranja) conseguem passar.

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Entretanto, cientistas e especialistas em clima alertam para uma mudança crítica no comportamento da nossa atmosfera. O avanço do aquecimento global tem aumentado a ocorrência de secas extremas e incêndios florestais ao redor do mundo, elevando a concentração de material particulado — fumaça, fuligem e poeira — na atmosfera. Essa poluição atmosférica atua como uma barreira densa que não apenas turva a visão de estrelas e astros, mas pode criar um tom avermelhado anormal e opaco na iluminação lunar. Preservar o nosso clima e conter o desmatamento é fundamental para manter os ecossistemas equilibrados e garantir que o céu noturno continue legível e límpido para as futuras gerações.

*Este conteúdo foi produzido com auxílio de ferramentas de inteligência artificial, com curadoria e checagem da equipe de jornalistas da CAPRICHO.

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Com informações da Capricho

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