Lula (PT) é reeleito e fará quarto mandato como presidente

Luiz Inácio Lula da Silva, atual presidente do Brasil e candidato à presidência, acena para apoiadores após votar durante o dia das eleições gerais, em 25 de outubro de 2026, em São Paulo, Brasil. (Rodrigo Paiva/Getty Images)


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epois de semanas de campanha, debates e muita mobilização nas ruas e nas redes sociais, o Brasil escolheu quem vai comandar o país pelos próximos quatro anos. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente neste domingo, 25 de outubro, ao vencer Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de 2026.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), às 21h10, com 99,75% das seções totalizadas, Lula tinha 51,75% dos votos válidos, contra 48,25% de Flávio. Naquele momento, a vitória já estava matematicamente garantida: os votos que faltavam contar não seriam suficientes para mudar o resultado, de acordo com o tribunal.

Você, leitor e leitora de CAPRICHO, acompanhou o CH na Eleição de perto para se informar, mas vale lembrar: os votos válidos são aqueles destinados a um dos candidatos. Brancos e nulos ficam fora dessa conta, ok?

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A posse está prevista para 5 de janeiro de 2027. A data é uma novidade: uma mudança na Constituição transferiu a cerimônia presidencial, que antes acontecia em 1º de janeiro. Mesmo com a reeleição, há uma nova posse para dar início ao mandato seguinte.

Lula chegou ao segundo turno depois de terminar a primeira votação com 45,16% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro recebeu 47,03%. Como nenhum dos candidatos conseguiu mais da metade dos votos válidos, a escolha foi para uma segunda rodada. A vitória é considerada inédita no país porque, historicamente, nunca nenhum outro candidato que ficou em segundo no primeiro turno de uma eleição conseguiu sair vitorioso no segundo.

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Nas três semanas seguintes até o 2º turno, a campanha petista ampliou a mobilização de apoiadores, com manifestações de rua e ações nas redes sociais. Uma das iniciativas foi o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, organizado pelo deputado André Janones, de Minas Gerais. A campanha de Flávio também mobilizou sua rede, incluindo o canal “Tropa do Flávio”.

Na véspera da votação, atos das duas candidaturas reuniram apoiadores em capitais. As agendas incluíram manifestações no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Belo Horizonte, em um último esforço de campanha antes da ida às urnas.

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Nascido em Pernambuco, Lula se mudou ainda criança para São Paulo. Foi metalúrgico e ganhou projeção como líder sindical no ABC Paulista, antes de participar da fundação do Partido dos Trabalhadores e ser eleito deputado federal. Sua primeira vitória presidencial aconteceu em 2002. Depois de governar por oito anos, deixou o cargo e retornou à Presidência em janeiro de 2023, para seu terceiro mandato.

A vitória de Lula e a juventude

O resultado mantém o PT na Presidência e dá continuidade ao governo iniciado em 2023, depois de Lula derrotar Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. Desta vez, o adversário foi Flávio, filho do ex-presidente. Lula já havia governado o Brasil por dois mandatos consecutivos, entre 2003 e 2010. Com a vitória de agora, foi escolhido pela quarta vez para ocupar a Presidência.

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No primeiro turno de 2026, o petista terminou em segundo lugar, com 45,16% dos votos válidos. Flávio ficou à frente, com 47,03%. Como nenhum dos candidatos conseguiu mais da metade dos votos válidos, a disputa foi para uma segunda votação.

Temas como educação, acesso à universidade, oportunidades de trabalho e políticas de saúde são alguns dos assuntos que passam pelas decisões do governo federal e afetam diretamente a juventude – ou seja, a nossa galera, entre 16 e 24. A vitória nas urnas, porém, é apenas uma etapa do processo. Ao longo do mandato, será necessário acompanhar quais propostas viram medidas concretas, como o dinheiro público será usado e quais resultados chegarão à população.

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Também vale ficar de olho no Congresso a partir de agora, ok? Deputados e senadores votam leis e o orçamento federal e, por isso, acompanhar a política continua sendo importante depois da eleição — inclusive para quem ainda não tem idade para votar.

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Com informações da Capricho

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