Makcilano dos Santos Feitoza, de 31 anos, foi morto a tiros no início da tarde desta quarta-feira (24) enquanto realizava reparos em uma motocicleta em uma residência que também funciona como oficina, localizada na Rua Aracaju, no bairro Valdemar Maciel, na região do Calafate, em Rio Branco. Durante a ação criminosa, André Melo da Silva, de 24 anos, apontado como um dos envolvidos no ataque, acabou baleado pelo próprio comparsa.
De acordo com informações apuradas no local, dois homens armados chegaram a pé à residência e invadiram o imóvel à procura de Makcilano. Assim que localizaram a vítima, passaram a efetuar diversos disparos. Na tentativa de escapar, o homem correu, mas foi alcançado pelos tiros e morreu ainda no local.
Durante a execução, um dos criminosos acabou atingindo acidentalmente o comparsa. André foi baleado na região do tórax, com o projétil atravessando o corpo e saindo pelas costas. Mesmo ferido, ele conseguiu deixar a área junto com o outro suspeito logo após os disparos.
Na fuga, André seguiu até a casa do avô, situada na Rua Maceió, nas proximidades do local do homicídio, onde pediu ajuda. Moradores que ouviram os tiros acionaram equipes da Polícia Militar e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
Duas ambulâncias foram mobilizadas para a ocorrência. Ao chegarem à Rua Aracaju, os socorristas constataram que Makcilano já estava sem vida. Em seguida, a equipe médica se deslocou até a residência onde André se encontrava e realizou o atendimento. Após receber os primeiros cuidados e ser estabilizado, ele foi encaminhado ao Pronto-Socorro de Rio Branco com quadro clínico estável.
O local do homicídio foi isolado para o trabalho da perícia criminal. Após a coleta de vestígios e demais procedimentos técnicos, o corpo da vítima foi removido e levado ao Instituto Médico Legal (IML).
Policiais Militares do 1º Batalhão realizaram buscas na região após o crime, na tentativa de encontrar ou outro comparsa de André, mas ele não foi localizado.
A principal hipótese investigada pelas autoridades é a de que o assassinato esteja relacionado a um acerto de contas.
O caso está sob responsabilidade da Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Polícia Civil e deverá ser acompanhado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que busca identificar e prender os autores do crime.
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Davi Sahid




