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exo é para ser bom e seguro. Acontece que, muitas vezes, no calor do momento, a segurança é deixada de lado. E alguns erros, que parecem bobos, geram perigos reais da saúde e bem-estar. Não dá para vacilar. Por isso, a seguir, te alertamos sobre hábitos que podem te colocar em risco durante a relação sexual. Confira!
Abrir a embalagem da camisinha com os dentes ou com a tesoura
Pode parecer o jeito mais fácil, mas isso gera o risco de furar o preservativo que está dentro da embalagem, viu? E outra coisa importante: antes de usar a camisinha, é importante verificar se o produto está dentro do prazo de validade e se a parte externa não está danificada com rasgos ou furos.
Não se preocupar com a lubrificação
A falta de lubrificação não significa falta de excitação? Mas ela é bem necessária. Transar sem lubrificação pode “facilitar o surgimento de fissuras e infecções por meio delas, além de influenciar significativamente no prazer e orgasmo.
Usar lubrificantes com óleo
A fórmula do produto é um detalhe muito importante. Lubrificantes à base de óleo, por exemplo, prejudicam o material da camisinha e, automaticamente, prejudicam sua eficácia. Alguns que têm silicone também são seguros, mas, ainda assim, o mais indicados pela terapeuta sexual são os lubrificantes à base de água.
Não trocar a camisinha durante a transa
Toda vez que o menino ejacular, é preciso remover a camisinha, enquanto o pênis ainda estiver ereto. Para removê-la, basta segurar a parte da camisinha que está perto da base do pênis (do outra lado da pontinha), retirá-la com cuidado e dar um nós para que o sêmen não escorra. Se o rapaz tirar o pênis da vagina e deixá-lo fora dela por um tempo, mesmo que não tenha havido ejaculação, é importante trocar o preservativo também, porque ele pode ressecar e estourar na próxima penetração.
Ignorar dor durante o sexo
Dizem por aí que é natural sentir um certo desconforto ao transar pela primeira vez. Como já explicamos anteriormente, não é bem assim – mas a primeira relação sexual pode ser mesmo atípica de diferentes formas. Depois, ao longo das outras relações, também não tem nada de normal em sentir dor. Sexo tem a ver com prazer e satisfação. Por isso, nenhuma dor deve ser minimizada ou naturalizada. Procure orientação médica para entender o que está acontecendo, combinado?
Compartilhar brinquedos sexuais sem proteção
Não é o recomendado compartilhar vibradores ou brinquedos sexuais, certo? Mas, caso você compartilhe o seu vibrador com outra pessoa, o uso de camisinha é indispensável. Usar proteção também vale no caso de mulheres que introduzem os vibradores também no ânus. É uma região cheia de micro-organismos que podem prejudicar a flora vaginal. Por isso, toda vez que o vibrador for introduzido no ânus, a camisinha precisa ser trocada antes que haja a introdução dele na vagina.
E precisamos falar do famoso “coito interrompido”, claro
Muitos casais utilizam o coito interrompido como “método” para evitar uma gravidez indesejada. Ele consiste em o garoto tirar o pênis da vagina da menina antes da ejaculação, para evitar o contato com o sêmen, e, assim, evitar o risco de fertilização. Acontece que ele tem alta taxa de falha. Primeiro, porque depende única e exclusivamente do parceiro saber a hora certa. Além disso, mesmo que o coito interrompido seja bem-sucedido, ou seja, você não tenha contato com o sêmen, antes disso [do sêmen ser liberado], pode ocorrer o contato com um líquido chamado pré-seminal, que já pode ter espermatozoide, e culminar em uma gravidez.
E o problema não é só a gravidez indesejada. Ao fazer o coito interrompido, o casal não está usando preservativo, e isso aumenta a chance de contrair uma infecção sexual. A mídiagono rétrica, hormonas micoplasmas, HPV, HIV, sífilis, hepatites, enfim, a lista é super longa.




