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ode abrir mais espaço na pasta de partituras! Glee terminou em 2015, e muita coisa aconteceu nas playlists desde então. Com o reboot confirmado para Disney+ e Hulu, o retorno da série também traz uma pergunta: quais músicas poderiam ganhar novas versões na sala do coral?
De Chappell Roan a BTS, a CAPRICHO reuniu sugestões para os futuros números musicais. Tem sofrência para cantar ao piano, refrões para dividir com o grupo e repertório suficiente para um episódio inteiro de homenagem. As escolhas abaixo são uma lista de desejos para a nova versão.
Chappell Roan: The Subway e Pink Pony Club
The Subway acompanha as lembranças de um relacionamento que continuam aparecendo no cotidiano. Em Glee, poderia virar um solo depois de um término, com a personagem tentando seguir a rotina enquanto tudo lembra a ex.
Já Pink Pony Club conta a história de uma jovem que encontra pertencimento longe de casa. A faixa abriria espaço para uma trama de descoberta e liberdade, com o coral entrando no refrão como uma rede de apoio. Um momentinho de sofrência e celebração.
Beyoncé: um episódio com os três atos
Aqui, o pedido é de um episódio inteiro. Renaissance renderia coreografias coletivas com CUFF IT e um número de afirmação com ALIEN SUPERSTAR. Já Cowboy Carter permitiria mudar o cenário: TEXAS HOLD ’EM poderia reunir o grupo em uma apresentação com passos de dança country, enquanto BODYGUARD entraria como opção para um dueto.
E a homenagem poderia guardar espaço para o terceiro ato da trilogia, ainda aguardado. Quando ele chegar, a proposta seria aproximar os três projetos em um mesmo episódio especial da Queen B.
Dua Lipa: Physical, Levitating e Houdini
Um ensaio que começa como preparação física e, de repente, vira apresentação: Physical abriria essa possibilidade, com o grupo inteiro acompanhando a coreografia. Levitating poderia embalar um romance que está começando, dividindo os versos entre duas pessoas. Já Houdini renderia uma cena de conquista em que quem canta deixa claro que não vai esperar para sempre.
Sabrina Carpenter: Please Please Please, Taste e Manchild
Please Please Please poderia acompanhar uma personagem torcendo para que seu interesse amoroso não a faça passar vergonha. A música permitiria intercalar a performance com as situações que justificam o pedido, com aquele humor clássico de Glee.
Taste, por sua vez, abriria espaço para um dueto de provocações entre pessoas envolvidas na mesma confusão amorosa. E Manchild entraria depois de esgotada a paciência com a imaturidade de alguém.
Olivia Rodrigo: drivers license, deja vu, good 4 u e vampire
drivers license poderia ganhar aquele solo ao piano em que um término vira o acontecimento central do episódio. A letra acompanha a dificuldade de conciliar uma conquista pessoal com a ausência de quem a personagem gostaria de ter por perto.
E Olivia ainda oferece uma conexão direta com a série: é em deja vu que ela menciona assistir a reprises de Glee. A faixa renderia uma sequência em que a personagem percebe seu ex repetindo, com outra pessoa, os programas que faziam juntos.
Para a raiva depois do término, good 4 u permitiria trocar o piano pelas guitarras. Já vampire, com sua construção crescente, poderia acompanhar a descoberta de que uma relação envolvia manipulação. Não faltariam fases do coração partido para distribuir pelos episódios.
Slayyyter: brand new chanel$
brand new chanel$ coloca uma decepção amorosa em uma produção eletrônica. A música fala de um envolvimento difícil de abandonar e da percepção de que é hora de sair daquela situação.
O cenário imaginado é uma festa em que todo mundo dança, enquanto quem canta percebe que precisa sair de uma relação. O refrão coletivo acompanharia essa decisão.
Lady Gaga: Vanish Into You
Vanish Into You, de Mayhem, entraria na lista para uma declaração de amor em grande escala. A ideia seria começar com uma personagem cantando para outra e ampliar a apresentação à medida que o refrão chega.
O coral assumiria as harmonias ao redor do casal, com espaço para sustentar as notas e deixar o diálogo para depois. Na sala de ensaio, o grupo estaria descobrindo o romance junto com o público.
Carly Rae Jepsen: muito além de Call Me Maybe
Call Me Maybe já passou pela série, e a nova versão poderia ampliar essa seleção. Run Away With Me entraria com seu saxofone na abertura de uma sequência em que duas pessoas decidem se arriscar em um romance. E Psychedelic Switch levaria a paixão para uma apresentação de dança, imaginando como a presença de alguém pode mudar a maneira de enxergar o cotidiano.
Role Model: Sally, When the Wine Runs Out e Deeply Still in Love
Sally, When the Wine Runs Out acompanha o receio de se envolver em um novo romance e ver a outra pessoa desaparecer. Isso poderia render uma cena de flerte em que o entusiasmo convive com a insegurança de tentar novamente.
Deeply Still in Love, por outro lado, entraria quando uma personagem ainda não superou uma relação. A proposta seria dividir a música entre integrantes do coral vivendo situações semelhantes, cada um cantando para alguém diferente.
BTS: Dynamite, Butter e Black Swan
Dynamite e Butter permitiriam apresentações com alternância de vozes, coreografias e espaço para vários integrantes aparecerem. Poderiam entrar tanto em um ensaio quanto em uma competição do coral.
Black Swan abriria outra possibilidade de história: a faixa aborda o medo de perder a conexão com a própria arte. Na série, poderia acompanhar uma personagem questionando seu futuro na música, com uma apresentação que incorporasse movimentos de dança contemporânea.
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Com informações da Capricho



