Alvo de críticas, Juliano Cazarré detalha curso para homens e gera debate

O ator participou de debate na TV e afirmou que seu projeto busca resgatar homens que foram “esquecidos” e taxados de tóxicos

O ator Juliano Cazarré virou o centro de um intenso debate nas redes sociais nas últimas semanas. O motivo do alvoroço é o lançamento do seu novo curso presencial, “O Farol e a Forja”, voltado para o público masculino. Alvo de críticas na web, especialmente de atrizes e colegas da classe artística, o projeto ganhou novos holofotes após o artista detalhar o propósito das aulas: ensinar os homens a “servirem”.

Durante sua participação no programa “GloboNews Debate”, exibido na última terça-feira (12/5), o ator foi questionado sobre qual é o perfil de indivíduo que a sua mentoria pretende moldar. Sem meias palavras, ele defendeu a figura do provedor e protetor.

Veja as fotos

Juliano CazarréCrédito: Reprodução Instagram @cazarre

Crédito: Reprodução Instagram @cazarre

Juliano CazarréCrédito: Reprodução Instagram @cazarre

Crédito: Reprodução Instagram @cazarre

Juliano CazarréCrédito: Reprodução Instagram @cazarre


“Basicamente, homens que sirvam. O homem que não sabe resolver um problema, ele é em si um problema”, disparou Juliano. Ele reforçou que o foco das palestras é criar homens dedicados à família, à esposa, à sociedade e, por se tratar de um evento com viés católico, a Deus.

A polêmica sobre o tema, por outro lado, vai muito além da ementa do curso. O ator justificou a criação da iniciativa como uma resposta a um movimento que, segundo ele, marginalizou o público masculino. Para o artista, ele está dialogando com uma geração “esquecida”, que passou os últimos 20 anos ouvindo que a masculinidade é, por essência, “tóxica”.

O discurso inflamou a bancada e foi prontamente rebatido pela psicanalista Vera Iaconelli, que também participava da atração. Contestando a visão exposta por Juliano, ela deu um choque de realidade sobre os índices de violência de gênero. A profissional pontuou que o apelo feminino não é um ataque à existência do homem, mas sim um pedido de sobrevivência.

“Quando as mulheres falam ‘parem de nos matar’, elas não estão falando ‘parem de ser homens’. Sejam outro tipo de homem, repensem a masculinidade”, cravou a especialista.

Fique por dentro!

Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.

Agora também estamos no WhatsApp! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.



Henrique Carlos

Compartilhe

WhatsApp
Facebook
X
Print

Siga nossas Redes Sociais