A Argentina enfrenta a Inglaterra nesta quarta-feira (15) em busca de uma vaga na final da Copa do Mundo de 2026. Enquanto boa parte dos brasileiros promete torcer contra a seleção comandada por Lionel Messi, os argentinos contam com um importante grupo de apoiadores em território brasileiro: quase 100 mil compatriotas que vivem no país.
No Acre, entretanto, a presença da comunidade argentina é pequena. Dados do Registro Nacional Migratório (RNM), mantido pela Polícia Federal e divulgados pelo G1 nacional, apontam que 37 cidadãos argentinos possuem residência fixa no estado, um dos menores contingentes do país.
Ao todo, 98.884 argentinos vivem atualmente no Brasil, distribuídos por todas as unidades da federação. Os números refletem a crescente migração de argentinos para o país, impulsionada principalmente pela crise econômica enfrentada pela Argentina nos últimos anos e pelas facilidades de residência proporcionadas pelos acordos do Mercosul.
Sul e Sudeste concentram a maior comunidade argentina.
Os estados das regiões Sul e Sudeste concentram a maior parte dos imigrantes argentinos residentes no Brasil.
O ranking é liderado por São Paulo, com 24.325 moradores argentinos, seguido por Santa Catarina, com 21.227, Rio de Janeiro, com 16.486, e Rio Grande do Sul, que abriga 12.389 cidadãos do país vizinho.
Na sequência aparecem Paraná (8.331), Minas Gerais (4.682) e Espírito Santo (2.108).
Norte registra os menores números
Na Região Norte, os registros são significativamente menores. Além dos 37 argentinos residentes no Acre, os demais estados contabilizam:
* Amazonas: 186
* Rondônia: 49
* Roraima: 29
* Amapá: 24
* Pará: 206
* Tocantins: 44
Distribuição pelo restante do país
No Centro-Oeste, vivem 750 argentinos em Goiás, 507 em Mato Grosso, 311 em Mato Grosso do Sul e 237 no Distrito Federal.
Já no Nordeste, o maior número está na Bahia, com 1.308 residentes, seguida por Pernambuco (1.279), Alagoas (575), Paraíba (434), Sergipe (168), Piauí (169), Maranhão (56) e Ceará (24). O Rio Grande do Norte registra 2.318 argentinos. Segundo o Registro Nacional Migratório da Polícia Federal, há ainda 101 registros sem especificação de unidade da federação.
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Da redação ac24horas




