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a noite desta quinta-feira, 05 de novembro de 2026, quem olhar para o céu vai se deparar com a Lua Minguante, a caminho de se tornar Nova. Com cerca de 18% do seu disco iluminado visível aqui da Terra, nosso satélite natural entra naquela fase perfeita para observar o brilho da noite com menos interferência de luz refletida. Mas você já parou para pensar em como a Lua e o clima da Terra estão mais conectados do que parece?
O espetáculo da iluminação lunar e as marés
À medida que a Lua caminha em sua órbita de aproximadamente 29,5 dias ao redor do nosso planeta, a posição relativa entre a Terra, o Sol e a Lua muda constantemente. Na fase Minguante, a atração gravitacional conjunta do Sol e da Lua gera as chamadas marés de quadratura (ou marés mortas), em que a variação entre o nível máximo e mínimo do mar é significativamente menor do que na Lua Cheia ou na Lua Nova.
Esses fenômenos de atração gravitacional e a movimentação dos oceanos são vitais para a regulação do clima global. As correntes marítimas atuam como verdadeiros “ar-condicionados” da Terra, distribuindo o calor do equador para os polos.
Astronomia, Clima e a nossa responsabilidade
Embora a Lua não seja responsável pelas mudanças climáticas atuais — que são provocadas pela emissão desordenada de gases do efeito estufa pela atividade humana —, a observação astronômica é uma das ferramentas fundamentais para monitorar o planeta. Satélites em órbita capturam dados sobre o aumento do nível do mar, o derretimento das calotas polares e o aquecimento das superfícies oceânicas.
Acompanhar as fases da Lua é um lembrete diário de como os sistemas naturais da Terra estão interconectados e quão delicado é o equilíbrio do nosso ecossistema. Aproveite o céu mais escuro desta fase minguante para desacelerar, olhar para cima e reconectar com o nosso planeta!
*Este conteúdo foi produzido com auxílio de ferramentas de inteligência artificial, com curadoria e checagem da equipe de jornalistas da CAPRICHO.
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Com informações da Capricho



