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e você conheceu Tinashe com Nasty ou está com Melatonin no repeat, chegou a uma história que começou bem antes desses hits. A cantora, compositora, produtora e dançarina já passou pela atuação, integrou uma girlband e gravou suas primeiras músicas solo em um estúdio improvisado no quarto.
Agora, com o lançamento de Popstar, em setembro de 2026, a artista de 33 anos acrescenta um capítulo à trajetória que ganhou projeção com 2 On, em 2014, e tomou novos rumos quando ela deixou a gravadora para conduzir a própria carreira. Bora conhecer esse caminho?
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Antes dos palcos, teve TV
Nascida em Lexington, no estado norte-americano do Kentucky, Tinashe Jorgensen Kachingwe começou a trabalhar como modelo e atriz ainda criança. A dança também entrou cedo na rotina: aos quatro anos, ela já estudava modalidades como balé, sapateado e jazz.
Com a mudança da família para a Califórnia, vieram trabalhos no cinema e na televisão. Ela participou de produções como O Expresso Polar e teve um papel recorrente em Two and a Half Men. Ou seja, a experiência diante das câmeras começou muito antes dos videoclipes.
Uma girlband com Hayley Kiyoko
Em 2007, Tinashe entrou para o The Stunners, grupo formado pela cantora Vitamin C. Entre suas colegas estava Hayley Kiyoko, que também seguiria carreira solo.
O grupo lançou músicas, gravou clipes e abriu apresentações da My World Tour, de Justin Bieber, em 2010. A formação terminou no ano seguinte, e Tinashe passou a se dedicar ao trabalho solo. Só que, naquele momento, o centro das operações era o próprio quarto.
O estúdio era em casa mesmo
Tinashe comprou equipamentos e aprendeu a gravar, produzir e editar seus trabalhos com a ajuda de tutoriais na internet. Dessa fase saíram as mixtapes In Case We Die e Reverie, lançadas em 2012. Em 2013, ela apresentou Black Water.
As músicas chamaram a atenção da indústria, e a cantora assinou com a RCA Records em 2012. Dois anos depois, chegou Aquarius, seu primeiro álbum de estúdio, que misturava R&B, pop e elementos eletrônicos.
Foi desse projeto que saiu 2 On, parceria com ScHoolboy Q que levou seu nome às rádios e às paradas dos Estados Unidos. O disco também trouxe All Hands on Deck, acompanhada de um clipe com bastante coreografia.
Teve feat com Britney e mudança de rota
Nos anos seguintes, Tinashe lançou Nightride, em 2016, e Joyride, em 2018. Nesse intervalo, também realizou uma colaboração com uma de suas referências: Britney Spears, com quem dividiu o remix de Slumber Party e seu videoclipe.
A relação com a gravadora, porém, incluiu adiamentos e divergências sobre os rumos do trabalho. Em 2019, ela deixou a RCA e lançou Songs for You, iniciando uma nova etapa independente.
Depois vieram 333, em 2021, e BB/ANG3L, em 2023. A mistura de gêneros continuou presente, assim como a dança: basta conferir o clipe de Bouncin, que transforma uma sequência com pequenos trampolins em coreografia.
A internet encontrou Nasty
Em 2024, Nasty ganhou força nas redes, impulsionada por vídeos de dança e memes. A faixa faz parte de Quantum Baby, lançado naquele ano, e levou Tinashe de volta à Billboard Hot 100.
Outra música do mesmo álbum também ganhou uma segunda vida. No Broke Boys recebeu uma versão de Disco Lines, lançada em 2025, que ampliou a circulação da faixa pelas pistas e plataformas. Quem chegou pelo remix encontrou uma discografia que já atravessava mais de uma década.
A era Popstar
Lançado em setembro de 2026, Popstar fecha a trilogia iniciada com BB/ANG3L e continuada em Quantum Baby. O projeto reúne 16 faixas, sem participações especiais, e inclui os singles Too Easy, Crash Out, Melatonin e Pillow Fight.
Nesta etapa, Tinashe trabalha com a Nice Life e a Atlantic Records, mantendo o controle criativo de sua música. O disco aborda a fama, o glamour e o julgamento público, temas que atravessam a experiência de uma artista que começou a trabalhar ainda criança.
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Com informações da Capricho



