Mulher é morta durante festa de apuração de votos no Recife; ex-companheiro é principal suspeito

Mulher é morta durante festa de apuração de votos no Recife; ex-companheiro é principal suspeito

(FOLHAPRESS) – A servidora pública Juliana Kamila Pinto Ribeiro, de 39 anos, foi assassinada enquanto participava de uma festa de apuração dos votos em uma residência no bairro do Ibura, na zona sul do Recife (PE), na noite de domingo (25).

O principal suspeito do crime é seu ex-companheiro, Josenildo Gomes de Souza Junior, de 44 anos, que tirou a própria vida após a morte dela.

O momento dos disparos foi filmado por uma pessoa que registrava a movimentação na calçada da casa. No local, havia uma tenda montada e pessoas vestidas de vermelho, com bandeiras, comemorando durante a apuração dos votos para a Presidência da República.

É possível ouvir oito tiros. Em seguida, as pessoas na calçada olham para o quintal da casa e entram em desespero.

O registro da ocorrência no Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciods) diz que a polícia foi acionada às 20h46, após ser informada de um feminicídio e um suicídio.

O documento informa que o filho da vítima ouviu os disparos e, ao entrar no imóvel, encontrou a mãe e o autor do crime caídos no chão.

Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco afirmou que, de acordo com testemunhas, o homem disparou uma arma de fogo contra a mulher e tirou a própria vida em seguida. Um inquérito policial foi instaurado. Segundo familiares, os dois teriam se separado há cerca de um mês.

A polícia ainda investiga a motivação do assassinato. Inicialmente, os agentes não trabalham com a hipótese de que o crime tenha ligação com a eleição.

A mulher trabalhava na Ouvidoria do Recife havia 12 anos. O prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), lamentou o caso nas redes sociais.

“É revoltante que mais uma mulher tenha sua vida interrompida de forma tão brutal”, declarou na publicação.

“Que sua dedicação ao serviço público e sua memória sejam sempre lembradas com carinho e respeito”, completou.

Em caso inédito, Pedro Antonio Mato Narbondo, naturalizado brasileiro, terá que cumprir pena no país, apesar de Lei de Anistia. Coronel foi responsável pela morte de quatro italianos na Argentina durante a ditadura de seu país

Folhapress | 19:36 – 26/10/2026

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