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e você olhar para o céu no fim de tarde ou no começo da noite deste domingo, 25 de outubro de 2026, vai perceber que a Lua parece praticamente perfeita e pronta para brilhar com 100% de força. Na verdade, faltam pouquíssimas horas para isso! Hoje, nosso satélite natural vive o ápice do período de Gibosa Crescente, exibindo cerca de 98% a 99% de sua face visível iluminada pelo Sol.
É aquele momento do mês lunar em que o brilho no céu noturno chama a atenção de qualquer pessoa que olhe para cima. Mas você sabe o que exatamente significa essa fase intermediária na astronomia e de que maneira o estado da nossa atmosfera afeta a qualidade da luz que chega até aqui?
O que é a fase Gibosa Crescente?
A astronomia divide o ciclo lunar completo — o mês sinódico, que dura aproximadamente 29,5 dias — em quatro fases primárias (Nova, Quarto Crescente, Cheia e Quarto Minguante). Entre esses marcos principais, no entanto, acontecem as fases intermediárias, cruciais para entender o movimento dos astros.
A palavra “gibosa” vem do latim gibbosus, que significa “convexo” ou “com protuberância”. Esse nome descreve o formato arredondado da fração iluminada da Lua quando ela já passou da metade (o Quarto Crescente) e caminha rumo à iluminação total. No dia 25 de outubro, na véspera da Lua Cheia, o satélite já surge no horizonte antes mesmo de o Sol se pôr totalmente e permanece visível ao longo de praticamente toda a madrugada. É um momento fantástico para notar detalhes da superfície lunar a olho nu ou com a câmera do celular.
Calendário Lunar de Outubro de 2026
Para não se perder na transição das fases e planejar suas observações no céu, confira as datas exatas das fases primárias deste mês segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET):
- Quarto Minguante: 03 de outubro (às 10h25min)
- Lua Nova: 10 de outubro (às 12h50min)
- Quarto Crescente: 18 de outubro (às 13h12min)
- Lua Cheia: 26 de outubro (às 01h11min)
Mudanças climáticas e atmosfera: O filtro entre nós e a Lua
Sabe quando a Lua parece maior e ganha um tom dourado ou alaranjado logo ao surgir no horizonte? Esse fenômeno óptico é explicado pelo Espalhamento Rayleigh: quando a luz refletida pelo satélite atravessa uma camada espessa da atmosfera da Terra, os comprimentos de onda azuis se espalham e os tons avermelhados conseguem viajar até os nossos olhos.
No entanto, cientistas e especialistas em clima alertam para o impacto direto das mudanças climáticas sobre esse cenário. Com o aquecimento global, a frequência e a intensidade de queimadas, incêndios florestais e secas extremas aumentam consideravelmente ao redor do planeta. Essa combustão contínua lança toneladas de aerossóis, fuligem e material particulado na atmosfera.
Em excesso, essa fumaça funciona como uma barreira que turva a nitidez do céu, criando uma tonalidade avermelhada opaca e reduzindo a qualidade da observação astronômica. Proteger as florestas, combater o desmatamento e exigir medidas sérias contra as emergências climáticas são passos indispensáveis para preservar o nosso ecossistema — e continuar garantindo a beleza de um céu noturno cristalino para todos.
*Este conteúdo foi produzido com auxílio de ferramentas de inteligência artificial, com curadoria e checagem da equipe de jornalistas da CAPRICHO.
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Com informações da Capricho



