

Você embaralha, tira a carta e já quer uma resposta de uma palavra: ele volta? dá certo? eu consigo? O problema é que a pergunta fechada costuma entregar justamente a resposta menos útil.
Segundo a taróloga Zoe de Camaris, o método de sim ou não deve ser evitado principalmente no início de uma sessão. O motivo é simples: a resposta seca fecha a conversa com as cartas antes que elas mostrem o contexto. E o contexto é a parte que realmente ajuda a decidir.“Essa pessoa vai voltar?” responde sim ou não e para aí. Nenhuma das duas respostas diz o que fazer com a sua semana.
Como transformar a pergunta
A regra é trocar o “vai acontecer?” pelo “o que eu faço com isso?”.
Em vez de “essa pessoa vai voltar pra mim?”
Pergunte: o que eu preciso ver sobre essa relação agora?
Em vez de “devo largar esse curso?”
Pergunte: o que esperar dessa faculdade?
Em vez de “vou conseguir?”
Pergunte: no que preciso focar para resolver isso?
A diferença parece pequena, mas muda o tipo de carta útil que aparece. Pergunta aberta deixa espaço para conselho, e é disso que você precisa quando está travada.
E se sair uma carta difícil?
Carta pesada não é sentença. Na leitura, ela aponta o que está pedindo atenção, não o resultado final.
Se aparecer uma dessas, a pergunta seguinte é sempre a mesma: o que isso me pede para ajustar?
Quando o sim ou não vale
Vale no fechamento, quando você já entendeu o cenário e quer confirmar uma direção. Aí a resposta curta ajuda, porque vem depois do contexto.
No Tarot Direto as perguntas já vêm formuladas desse jeito, e a mais indicada para quem está em dúvida é “No que preciso focar para resolver esse problema?”.
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Com informações da Capricho




