Família Matsunaga tem casa invadida e é feita refém em SP; três suspeitos são mortos

Três criminosos morreram durante uma troca de tiros com a PM. (Foto: Reprodução/Record)

Os pais de Marcos Matsunaga, morto pela esposa Elize Matsunaga, em 2012, tiveram a casa invadida nesta quarta-feira (14), no Alto de Pinheiros, em São Paulo. Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil, criminosos entraram na residência e fizeram reféns seis pessoas da família.

A Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) informou que as equipes da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) foram ao local após serem acionadas para a ocorrência. Três suspeitos foram baleados e mortos pelos policiais. Um quarto envolvido foi preso sem ferimentos.

Um policial militar foi atingido por um disparo de arma de fogo durante o tiroteio. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital das Clínicas, onde permanece sem risco de morte.

Ainda segundo a corporação, todas as vítimas foram libertadas sem ferimentos. A PM, porém, não informou quais membros da família Matsunaga estavam entre os reféns.

Três criminosos morreram durante uma troca de tiros com a PM. (Foto: Reprodução/Record)

Esta não foi a primeira vez que a casa de Mitsuo e Misaki foi invadida. Em agosto de 2023, o casal de idosos, bem como a neta – filha de Marcos e Elize – foram rendidos e tiveram as mãos amarradas pelos bandidos.

À época, segundo a CNN Brasil, foram levados cerca de R$ 20 mil em dinheiro, joias, relógios, celulares, um notebook, além de duas pistolas que estavam registradas no nome de Mitsuo.

Caso Matsunaga

Marcos Kitano Matsunaga era dono da indústria de alimentos Yoki quando foi morto e esquartejado pela esposa, Elize Matsunaga, em maio de 2012. Ele tinha 41 anos. Partes do corpo foram espalhadas em áreas de mata da região metropolitana de São Paulo.

Elize foi condenada a 19 anos, 11 meses e um dia de prisão pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Em 2019, sua defesa entrou com recurso e conseguiu reduzir a pena para 16 anos e três meses. Em 2022, ela obteve progressão para regime aberto após manter bom comportamento na prisão.

O crime aconteceu no apartamento do casal, na Vila Leopoldina, na capital paulista. Em julho deste ano, a residência voltou ao mercado imobiliário. De acordo com o g1, após uma longa disputa judicial envolvendo a propriedade, a família do empresário colocou o imóvel à venda por R$ 2,8 milhões.

Veja as fotos:

Com informações do Portal Hugo Gloss

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