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decisão sobre quem ocupará a Presidência da República ficará para uma nova votação, segundo projeção do Datafolha divulgada neste domingo (4). O instituto aponta que Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputarão o segundo turno das eleições de 2026.
E, sim, isso indica que você, leitor e leitora de CAPRICHO, terá que ir às urnas novamente; a nova votação está marcada para 25 de outubro.
A projeção foi divulgada enquanto a Justiça Eleitoral ainda contabilizava os votos do primeiro turno. Ela não equivale à conclusão oficial da apuração pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que segue atualizando os resultados conforme recebe e processa os boletins de urna.
Já pode anotar no calendário: o segundo turno está marcado para domingo, 25 de outubro, com votação das 8h às 17h, no horário de Brasília. Além da Presidência, haverá escolha para governador nos estados em que a disputa também precisar dessa etapa, viu?
O calendário eleitoral prevê a propaganda gratuita no rádio e na televisão referente ao segundo turno entre 9 e 23 de outubro. Os resultados oficiais podem ser acompanhados pelo portal de resultados do TSE e o contexto você lê aqui no CH na Eleição.
Como ficou o cenário geral do resultado das urnas, CAPRICHO?
Vamos lá: os resultados disponíveis na noite deste domingo (4) indicam força da direita em importantes disputas estaduais e no Senado.
Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi reeleito em São Paulo, e Luciano Zucco (PL) venceu no Rio Grande do Sul; em Minas Gerais, Cleitinho (Republicanos) liderava com 54,32% dos votos válidos na parcial com 64,03% das urnas apuradas, ainda sem resultado definitivo nessa atualização.
No Senado, foram anunciadas as vitórias de Michelle Bolsonaro (PL), no Distrito Federal, e de Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL), em São Paulo, resultados favoráveis ao campo bolsonarista. Marina Silva (REDE) e Simone Tebet (PSB) ficaram de fora.
Para a Câmara, a apuração também traz sinais de crescimento do PL, como no Rio Grande do Sul, onde a distribuição parcial apontava pelo menos oito cadeiras para o partido, ante quatro conquistadas em 2022; ainda não há, nas fontes consultadas, um balanço nacional consolidado que permita cravar o tamanho das bancadas ou a maioria no novo Congresso.




