A bebê de 9 meses que, segundo relato da mãe, foi levada pelo próprio tio em Manoel Urbano permanece desaparecida. Em nota divulgada neste domingo (27), a Polícia Civil do Acre afirmou que as investigações e as buscas pela criança seguem como prioridade absoluta das forças de segurança. A menina está desaparecida desde a noite de quinta-feira (24).
O suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de sequestro e cárcere privado e teve a prisão mantida após audiência de custódia. De acordo com a polícia, ele alega não se lembrar do que aconteceu.
Familiares da bebê, entre eles o pai, se reuniram em frente à unidade policial para pedir a prisão da mãe. Segundo a Polícia Civil, naquele momento não havia os requisitos legais para uma prisão em flagrante. A conduta da mulher, no entanto, continua sob investigação. Caso surjam indícios de crime e os requisitos legais sejam preenchidos, a instituição poderá representar ao Poder Judiciário pela decretação da prisão.
Uma força-tarefa formada por equipes do Corpo de Bombeiros, das polícias Militar e Civil e por moradores da região atua nas buscas. Os grupos percorrem diferentes áreas à procura de vestígios que indiquem o paradeiro da criança. Cães farejadores também participam dos trabalhos, entre eles a cadela Poran, treinada para varreduras e localização de pessoas em áreas de difícil acesso.
O delegado Odilon Neto, responsável pelo caso, afirmou que as equipes permanecem mobilizadas. “Estamos empregando todos os recursos disponíveis e mantendo as equipes mobilizadas nas buscas. O nosso objetivo é localizar a bebê e esclarecer completamente o que aconteceu. As buscas continuarão até que possamos encontrar a criança”, disse.
A Polícia Civil apura as circunstâncias do desaparecimento e tenta identificar o local onde a criança pode ter sido deixada. A corporação reforça que nenhuma hipótese foi descartada e que as decisões serão tomadas exclusivamente com base nos elementos reunidos na investigação e nos instrumentos previstos em lei.
Nota na íntegra:
A Polícia Civil do Acre informa que as investigações e as buscas pela criança permanecem como prioridade absoluta das forças de segurança.
O conduzido foi autuado em flagrante por sequestro e cárcere privado, e sua prisão foi mantida após audiência de custódia.
Familiares, entre eles o pai, manifestaram-se em frente à unidade policial solicitando a prisão da mãe. Na ocasião, porém, não estavam presentes os requisitos legais para uma prisão em flagrante. A conduta dela, contudo, permanece sob investigação. Caso sejam identificados indícios de crime e preenchidos os requisitos legais, a Polícia Civil adotará as medidas cabíveis, inclusive poderá representar ao Poder Judiciário pela decretação de prisão.
Desde o acionamento, equipes do Corpo de Bombeiros realizaram buscas contínuas, mas a criança ainda não foi localizada.
As diligências prosseguem de forma ininterrupta, com a adoção de todas as medidas necessárias para localizar a criança, esclarecer a dinâmica dos fatos e apurar a eventual responsabilidade de cada envolvido. A Polícia Civil reforça que nenhuma hipótese está sendo descartada e que as decisões serão tomadas exclusivamente com base nos elementos reunidos durante a investigação e nos instrumentos previstos em lei.
A prioridade permanece sendo localizar a criança e esclarecer integralmente o ocorrido.
Rebeca Martins




