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este sábado, 19 de setembro de 2026, a Lua chega à fase Crescente, exibindo metade da sua face visível iluminada logo ao pôr do sol. O fenômeno acontece no exato momento em que o satélite cumpre um quarto de sua volta completa ao redor da Terra.
Visível na direção oeste durante o início da noite, a Lua é a atração principal do céu do fim de semana, perfeita para ser observada a olho nu ou com o auxílio de binóculos.
Para quem gosta de olhar o céu com mais detalhes, a fase Crescente é considerada uma das melhores épocas para a observação astronômica. Isso acontece por conta do “terminador” — a linha de transição entre o lado iluminado pela luz do Sol e o lado que permanece no escuro.
Nessa faixa, a luz solar incide de forma inclinada, criando sombras projetadas na própria superfície da Lua. É esse efeito de luz e sombra que revela as bordas das crateras e as montanhas lunares com máxima nitidez.
O impacto nas marés e o alerta ambiental
Além de encantar no céu noturno, a posição da Lua afeta diretamente a Terra. A atração gravitacional exercida pelo satélite atrai as massas de água do nosso planeta, sendo a principal responsável pela subida e descida diária das marés.
O cenário se torna mais delicado quando olhamos para a crise das mudanças climáticas. Com o aumento do nível médio dos oceanos provocado pelo derretimento das geleiras e pela expansão térmica da água, a margem de segurança das praias diminui.
Quando a Lua atinge suas fases de maior força gravitacional — como a Lua Cheia, que se aproxima no calendário lunar do mês —, o mar sobe com mais intensidade. O resultado é o aumento da frequência e da força das ressacas, provocando erosão e inundações em áreas litorâneas. Observar os ritmos da Lua, portanto, vai além da beleza visual: é uma forma de monitorar como o nosso próprio planeta responde às transformações do clima.
*Este conteúdo foi produzido com auxílio de ferramentas de inteligência artificial, com curadoria e checagem da equipe de jornalistas da CAPRICHO.




