Alice Oseman conta suas três obsessões brasileiras em passagem pelo país

 Arquivo Pessoal/Divulgação


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Brasil ganhou mais uma fã de pão de queijo. Em sua passagem pelo país, Alice Oseman teve uma agenda cheia entre encontros com leitores, Bienal do Livro e passeios por São Paulo e Rio de Janeiro, mas não saiu daqui sem desenvolver algumas novas obsessões.

Em entrevista à CAPRICHO durante sua passagem pelo Rio, perguntamos à criadora de Heartstopper quais eram as três coisas brasileiras que mais tinham conquistado seu coração durante a viagem. As escolhas passearam pela gastronomia, pelo cinema nacional e até por um dos museus mais famosos de São Paulo.

E a primeira resposta veio sem muita dificuldade: pão de queijo. “Eu não estava ciente de que isso era uma coisa, mas tenho comido muito e é tão bom. Eu gostaria que tivesse no Reino Unido”, contou Alice. Alguém vai precisar apresentar urgentemente uma boa receita para ela levar para casa.

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A segunda obsessão de Alice, na verdade, começou muito antes desta viagem ao Brasil. Durante sua participação na Bienal do Livro de São Paulo, a autora conheceu Daniel Ribeiro, diretor e roteirista de Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, e Bruno Freire, responsável pela arte da recente adaptação da história para os quadrinhos.

Para Alice, o encontro teve um significado especial porque ela já era fã do longa brasileiro. “Quando estava na Bienal, conheci o escritor e diretor de um filme chamado Hoje Eu Quero Voltar Sozinho e também o artista da adaptação da história em quadrinhos”, contou. “Eu assisti ao filme há muitos anos e adorei.”

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Lançado originalmente nos cinemas em 2014, Hoje Eu Quero Voltar Sozinho acompanha Leonardo, um adolescente cego que começa a descobrir novos sentimentos após a chegada de Gabriel à sua escola. A história voltou em 2026 em formato de HQ. E a nova versão também ganhou a aprovação da criadora de Nick e Charlie.

Para completar o top 3, Alice escolheu uma experiência bem paulistana: uma visita ao Museu de Arte de São Paulo, o MASP. O que mais chamou sua atenção foi uma das características mais marcantes do museu: a maneira como as obras são expostas na pinacoteca, em cavaletes transparentes que permitem observar o espaço e as outras peças através deles.

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“Tem esse espaço de galeria incrível onde você pode ver através [dos suportes]. Então, quando olha para a galeria, consegue ver toda a arte à distância”, descreveu.

Alice também se impressionou com a variedade do acervo que encontrou durante a visita. “Tem uma gama incrível de arte, de todos os períodos. Eu realmente nunca estive em um museu de arte como ele.”

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