Ex-participante de “Survivor” pede indenização milionária após perder a perna durante as gravações

Stavros após perder a perna esquerda. (Foto: Reprodução/ Instagram)

Um participante da 13ª temporada de “Survivor Grécia” entrou com um processo contra os produtores do reality show após um acidente durante as gravações que resultou na amputação de sua perna esquerda. Segundo os documentos judiciais obtidos pelo TMZ e divulgados nesta quinta-feira (3), Stavros Floros pediu mais de US$ 100 milhões (cerca de R$ 510 milhões) em indenização. Ele alegou que sofreu o acidente em maio deste ano e acusa a produção de negligência grave.

Nos documentos, Stavros afirma que participava de uma atividade de pesca submarina para conseguir alimento quando foi atingido pela hélice de um barco turístico, em 11 de maio de 2026. O impacto fez com que ele perdesse a perna acima do joelho.

De acordo com o participante, o local escolhido para as gravações tinha intenso tráfego de embarcações turísticas. Ele disse que, apesar dos riscos, a produção não teria disponibilizado barcos de apoio, áreas protegidas ou sinalização adequada para alertar outras embarcações sobre a presença dos participantes.

Stavros também apontou que já haviam ocorrido situações de risco anteriores e que até mesmo uma morte havia sido registrada no mesmo local. Na ação, ele afirmou que a falta de medidas de segurança contribuiu diretamente para o acidente.

O participante relatou que perdeu a perna dentro do oceano e disse que o atendimento recebido logo após o acidente foi fundamental para sua sobrevivência. “Um torniquete aplicado por um estranho a bordo do barco responsável pelo acidente me manteve vivo”, declarou ele no processo.

Stavros após perder a perna esquerda. (Foto: Reprodução/ Instagram)

Após o acidente, ele foi levado para um hospital em Miami, nos Estados Unidos, onde permaneceu internado por 61 dias. Durante o período, precisou passar por várias cirurgias. Nas redes sociais, Stavros também compartilhou registros após a amputação e passou a mostrar sua rotina com o auxílio de uma cadeira de rodas.

Na ação, o ex-participante contou que a produção criou um formato que dependia da pesca submarina em águas abertas, mesmo diante do movimento constante de barcos turísticos na região. Ele ainda sustentou que a equipe deveria ter adotado medidas para proteger os participantes durante as atividades.



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