Nesta quarta-feira (19), fontes da People revelaram que o príncipe Harry e Meghan Markle tomaram uma decisão surpreendente sobre sua relação com o Reino Unido. Após anos de impasse e uma mudança para os Estados Unidos em meio à intensa perseguição da imprensa, o casal deve voltar a morar na Inglaterra com os filhos, o príncipe Archie e a princesa Lilibet.
Harry e Meghan deixaram o Reino Unido em 2020, em meio a uma série de polêmicas. Após anos de intenso escrutínio da imprensa e acusações de racismo dentro da família real, os dois abriram mão de suas funções como membros seniores da monarquia britânica. Em seguida, se mudaram para a Califórnia, em uma decisão que acabou aprofundando o afastamento de Harry e seus familiares.
Contudo, segundo fontes da People, Harry e Meghan decidiram retomar a vida no Reino Unido e devem permanecer no país por um período prolongado a partir deste mês. Pessoas próximas ao casal afirmam que Archie, de 7 anos, e Lilibet, de 5, devem começar a estudar na Inglaterra em setembro.


Apesar da mudança, os Sussex pretendem manter a residência em Montecito, na Califórnia, além de uma propriedade de férias em Portugal. A família também deve estabelecer uma residência privada, e não pertencente à realeza, no Reino Unido. A localização da nova casa e a escola das crianças estão sendo mantidas em sigilo.
A decisão marca o primeiro estabelecimento residencial de Harry e Meghan no Reino Unido desde que deixaram o Frogmore Cottage, em Windsor, residência que havia sido presenteada a eles pela falecida rainha Elizabeth II. Em 2023, o rei Charles III pediu que o casal deixasse a propriedade, após a publicação da autobiografia “Spare” (lançada no Brasil como “O que sobra”), na qual Harry revelou detalhes íntimos da vida na família real.


Ainda segundo a People, a decisão foi comunicada ao rei Charles III no último domingo (16) e teria sido recebida com bons olhos pelo monarca. Fontes afirmam que Charles deseja “estreitar os laços” e aproveitar a oportunidade para conviver mais com a família Sussex “em uma esfera privada e pessoal”.
Apesar disso, o rei teria deixado claro que não haverá qualquer mudança no status de Harry e Meghan como cidadãos privados e membros não atuantes da família real. A posição está alinhada aos desejos do casal e ao acordo firmado quando eles deixaram suas funções oficiais, em 2020.
A mudança acontece poucas semanas depois de Harry e Meghan retornarem ao Reino Unido com Archie e Lilibet para uma visita aos familiares. A viagem marcou o primeiro reencontro das crianças com o avô em mais de quatro anos, e ocorreu em meio a questionamentos sobre se Harry considerava o país seguro o suficiente para que Meghan e os filhos o acompanhassem.
Pessoas próximas aos Sussex acreditam que o casal conseguiu colocar em prática, com sucesso, o modelo de “metade dentro, metade fora” que propuseram à família real em 2019. Com uma base no Reino Unido, Harry poderá passar mais tempo atuando junto a instituições de caridade das quais é padrinho, além de se dedicar à comunidade dos Invictus Games. Meghan, por sua vez, continuará à frente de sua empresa de lifestyle, a As Ever.
Questinados sobre o assunto, os porta-vozes de Harry e Meghan se recusaram a comentar a respeito da decisão.
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