Delegacias especializadas tentam identificar o dono de um carregamento de supermaconha e ecstasy apreendido na capital acreana. A ação causou prejuízo de mais de R$ 2 milhões ao crime organizado.
Investigadores da Delegacia de Narcóticos (Denarc) e da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) já iniciaram as buscas para descobrir o responsável pela droga. A apreensão ocorreu em um imóvel na Rua 25 de Dezembro, na Vila Betel, região da Estrada do Calafate.
Policiais da Companhia de Rondas Táticas Móveis (Rotam), do Batalhão de Operações Especiais (Bope), atendiam a uma denúncia de tráfico quando apreenderam quase 180 quilos de supermaconha skunk e 3.944 comprimidos de ecstasy, também conhecida como “droga do medo”. Ninguém foi preso.
Segundo a denúncia, a residência serviria de depósito para uma facção e abrigaria grande quantidade de droga. O denunciante informou ainda que os homens responsáveis pela segurança do local estariam armados.


Integrantes da Rotam fecharam o cerco ao imóvel. Ao perceberem que o portão estava entreaberto e que os supostos seguranças haviam fugido, os policiais entraram na residência. No local, encontraram 175 pacotes em formato de tijolo e mais 2 kg de supermaconha skunk ensacada, além de um saco plástico com os 3.944 comprimidos de ecstasy.
Os agentes de segurança que portavam armas de grande poder de fogo fizeram uma investida na região, mas ninguém foi preso. Todo o material apreendido foi encaminhado à Delegacia de Flagrante e, mais tarde, levado à Denarc, responsável pelas investigações para chegar ao proprietário dos ilícitos.
Antônio Malvadeza




