Uma ex-funcionária da Casa Branca precisou se defender de uma acusação inusitada: a de que estaria dando choques elétricos no presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Nesta quarta-feira (12), Jayme Leagh Franklin respondeu a um usuário que afirmou que ela usava um controle remoto próximo à barriga para acordar o republicano no Salão Oval, em uma reunião na segunda-feira (10). Assustada com a teoria, a ex-assessora negou o uso de qualquer dispositivo e explicou que mantinha a mão na região por estar grávida.
Em seu perfil no X, Jayme Leagh rebateu o usuário de maneira direta. “Estou grávida, seus esquisitos”, escreveu, acrescentando emojis de risada. Franklin deixou a Casa Branca e atualmente comanda a publicação de estilo de vida pró-MAGA The Conservateur.
A resposta veio após uma teoria da conspiração viralizar nas redes sociais. Ao compartilhar o trecho de uma reunião de Trump na Casa Branca, um homem escreveu: “Ela tem um botão instalado na barriga, e quando recebe o sinal de que ele está dormindo, ela move a mão e pressiona um botão que o acorda. Estão chamando ela de ‘A Choque’. Não faço ideia se é verdade, mas parece que faz sentido”.


Outro perfil ainda criticou a suposta “cochilada” do republicano. “Trump acabou de pegar no sono mais uma vez. Não há como me convencer do contrário. Precisamos que ele seja removido do cargo o mais rápido possível”, escreveu, ao compartilhar o mesmo trecho.
No vídeo, Jayme Leagh aparece tocando repetidamente a barriga, atrás do presidente norte-americano. Em determinado momento, Trump abaixa o olhar e, em seguida, retoma a atenção ao discurso do Dr. Jay Bhattacharya, diretor dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos. Assista:
Claims she has a button fitted on her belly, and when she gets the nod that he’s asleep she moves her hand and presses a button that wakes him. They’re calling her The Zapper. No idea if it’s true but it *appears* to line up. pic.twitter.com/hgx4x6iQp6
— Tim Brannigan (@tim_brannigan) August 11, 2026
A teoria de que a ex-assessora estaria usando artifícios discretos para acordar o presidente surgiu em meio a uma polêmica envolvendo o comportamento de Trump em eventos presidenciais. Em julho, a Casa Branca precisou desmentir as alegações de que o republicano teria dormido durante o funeral do senador Lindsey Graham na Catedral Nacional, em Washington.


Na ocasião, o presidente norte-americano foi flagrado por câmeras de TV e fotógrafos fechando os olhos. Após a repercussão, o porta-voz da Casa Branca, Davis Ingle, esclareceu à revista People que Trump apenas “estava refletindo sobre a perda de seu querido amigo Lindsey Graham, para quem acabara de proferir um belo elogio fúnebre”.
“Quem sugerir o contrário é um idiota”, acrescentou.
Em janeiro, Trump mencionou os flagras em entrevista ao The Wall Street Journal. Segundo ele, os cliques não mostram seus supostos cochilos, mas uma piscada comum. “Às vezes eles tiram uma foto minha piscando”, defendeu o republicano.
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