Flora Gil esteve no lançamento do documentário “Preta – Eu Não Ando Só” nesta segunda-feira (20/7)
Flora Gil concedeu uma entrevista ao portal LeoDias, representado pela repórter Monique Arruda, durante a estreia do documentário “Preta – Eu Não Ando Só” e da série Original Globoplay “Meu Nome é Preta”, evento realizado no Teatro Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (20/7). A madrasta da cantora ressaltou que a generosidade era uma das maiores qualidades da filha de Gilberto Gil.
“A Preta foi uma das mulheres mais corajosas que eu conheci. Mostrar que ela tinha um lado, desde pequena, um lado artístico, a sensibilidade, a coragem, principalmente a generosidade, as histórias”, iniciou Flora.
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Flora Gil e Preta GilFoto: Reprodução/Instagram @floragil @ibrunanovaes @pridiabr


Flora Gil é casada com o cantor Gilberto Gil, pai de Preta; ela está nos EUA com a enteadaReprodução Instagram


Flora Gil, madrasta de Preta Gil, completou 65 anos e ganhou declaração especial da enteadaReprodução Instagram


Reprodução Instagram/ montagem


Madrasta de Preta GilReprodução/Instagram @floragil
A empresária afirmou que Preta era uma pessoa que buscava ajudar as pessoas constantemente: “Tem histórias lindas, comoventes, emocionantes, histórias que a Preta ajudou muita gente, mesmo sem saber que estava ajudando. Mesmo pessoas que ela não conheceu durante a vida dela, a passagem desses 50 anos da vida dela aqui, pessoas lá de algum interior que tinham dificuldade de ter uma coragem para certas atitudes, para ter determinadas decisões na vida, ou no casamento, ou no corpo, ou no cabelo.”
Flora reforçou a generosidade que a artista teve durante a vida: “A Preta veio no mundo para ajudar. A generosidade dela sempre foi a marca registrada dela. E a coragem. A Preta foi uma das mulheres mais corajosas que eu conheci. E na nossa família, a gente sempre estava ali com ela, amparando para qualquer decisão”, disse.
“Quando ela fez a capa de disco, que o Gil falou: ‘desnecessário’. Ele falou num tom e depois todo mundo caiu na gargalhada. Ela nunca foi reprimida, ninguém deu bronca nela. Quando ela casou, descasou, engravidou, teve filho, separou, casou de novo. Às vezes falava que era bissexual, às vezes falava que era homossexual, hétero, sempre foi tudo”, acrescentou.
A esposa de Gilberto Gil ainda completou: “A Preta era uma mulher liberta, de uma alma liberta, uma alma gentil com as outras diferenças. E é o que importa. Acho que a Preta deixou aqui uma digital de amor, de coragem, de compreensão, e de generosidade, que é o que a gente precisa ter no coração: amor e generosidade”, concluiu Flora Gil.
Katharine Alves





