A cantora morreu aos 50 anos, após complicações de um câncer colorretal no intestino, em julho do ano passado
Carolina Dieckmann gravou um vídeo nas redes sociais nesta quarta-feira (15/7) para se desculpar após recusar pedidos de entrevistas e depoimentos sobre Preta Gil, sua melhor amiga, que morreu em julho do ano passado. A atriz, que participou do documentário sobre a cantora, afirmou que ainda tem dificuldade para falar sobre a morte da filha de Gilberto Gil.
A artista direcionou uma mensagem aos jornalistas que a convidaram para o lançamento do documentário: “A existência da Preta deve ser comemorada sempre, como esses documentários vão fazer lindamente. Mas essa data, um ano sem ela, é muito dura para mim. Tô tentando processar”, confessou em um trecho da legenda da publicação.
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Carolina Dieckmmann e Preta Gil se conheceram ainda nos anos 90 e tiveram 25 anos de amizade.Reprodução/@lolacarola

Carolina Dieckmmann declara amor por Preta GilReprodução/Instagram @loracarola

Carolina Dieckmmann presta homenagem à Preta GilFoto/Instagram/@loracarola

Carolina Dieckmmann e Preta Gil no CarnavalReprodução Instagram Carolina Dieckmmann/ montagem

Carolina Dieckmmann e Preta GilReprodução: Instagram/@loracarola
Dieckmann abriu o coração ao falar sobre os sentimentos no primeiro ano da morte de Preta: “Eu sei que esses documentários são comemorativos, mas esse um ano da partida da Preta não é uma comemoração íntima. Então fica essa dicotomia. É estranho. Eu tentei, mas não tenho conseguido falar sobre isso”, desabafou.
Carol também comentou o documentário “Preta Gil – Eu Não Ando Só”, que estreia no dia 20 de julho e reúne imagens inéditas e mensagens de familiares e amigos sobre a vida da cantora: “Óbvio que eu quero que todo mundo assista e a existência da Preta tem que ser contada. É uma existência extraordinária. Eu vou aos eventos, mas sei que vai ser um dia difícil para mim. Não é um dia de comemoração. Pra mim é um dia muito difícil, falar dela é muito difícil”.
Por fim, ela reforçou: “Sempre que para mim for tranquilizador ou que eu sentir a necessidade, eu vou falar dela. Como venho falando, quando eu sinto. Mas nesse momento, que marca esse ano, tá estranho. Tá difícil. E eu realmente não consegui”, concluiu.
Katharine Alves




