Embora já tenha definido que o senador Márcio Bittar (PL) será um de seus candidatos ao Senado em 2026, o deputado estadual Emerson Jarude (Novo) ainda não sabe quem receberá seu segundo voto. A definição, segundo ele, dependerá de uma discussão interna do partido e deve ser tomada até o fim deste mês.
A declaração foi dada durante entrevista ao podcast Em Cena, do ContilNet, ao ser questionado sobre a quantidade de pré-candidatos ao Senado no grupo político liderado pelo senador Alan Rick (Republicanos).
Hoje, pelo menos quatro nomes disputam espaço na chapa: além de Márcio Bittar, outras lideranças também articulam candidaturas, o que, na avaliação de Jarude, torna difícil uma definição antecipada.
“O Márcio Bittar já está pacificado. Todos concordaram nas reuniões que fazemos todos os meses com os filiados. Agora, sobre o segundo nome, essas discussões ainda vão acontecer até o final deste mês”, afirmou.
Jarude explicou que o Novo trabalha com dois cenários. O primeiro é construir um consenso em torno de um segundo candidato ao Senado. O outro é permitir que cada candidato do partido escolha livremente quem apoiar entre os nomes da própria aliança.
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“Não dá para apoiar todo mundo. Só dentro dessa chapa que está sendo montada são quatro opções. Então também não é justo selecionar e fechar para dois. Talvez a gente feche para um e deixe o segundo candidato facultado para que cada candidato faça sua escolha”, disse.
Segundo o deputado, a decisão não será individual. Ele afirmou que o assunto será debatido em plenária com filiados e pré-candidatos do Novo, respeitando o modelo adotado pelo partido nas principais definições eleitorais.
“A gente não toma essas decisões sozinho. Esperamos que até o final do mês a gente consiga sair da próxima plenária com isso resolvido”, concluiu.
A indefinição ocorre em um momento em que a composição da chapa de Alan Rick ainda está em construção. Além da escolha do candidato a vice-governador, a definição dos dois nomes que receberão apoio ao Senado também faz parte das negociações entre os partidos que devem integrar a aliança para as eleições de 2026.
Assista a entrevista na íntegra:
Matheus Mello, ContilNet




