A equipe de Oliver Tree se pronunciou sobre a morte do cantor e revelou informações sobre o destino dos bens deixados por ele. Em publicação nas redes sociais, os representantes também confirmaram que um desejo registrado em testamento será colocado em prática.
A equipe de Oliver Tree se pronunciou pela primeira vez sobre a morte do cantor, que foi uma das vítimas da colisão entre dois helicópteros no Rio de Janeiro, no domingo (14). Em publicação compartilhada nas redes sociais do artista, os representantes informaram que o corpo dele já foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) e levado aos Estados Unidos.
“O vosso legado continuará vivo para sempre. Obrigado a todos os que nos estenderam a mão, demonstraram amor, apoio e fizeram homenagens incríveis para o Oliver. O amor, apoio e positividade constantes ajudarão a família, amigos e colaboradores a superar estes momentos extremamente difíceis”, iniciou a nota.
No comunicado, a equipe também informou que o corpo do músico chegou à Califórnia, “onde pode finalmente descansar”. A publicação ainda trouxe detalhes sobre o destino do patrimônio deixado pelo artista.
“O seu legado continuará vivo através da sua fundação chamada ‘Dr. Oliver Tree’s Extremely Epic Grant For Baby Geniuses’ (‘O Subsídio Extremamente Épico do Dr. Oliver Tree para Bebês Gênios’, em tradução livre) em breve. Isto é algo que o Oliver tinha montado antes do seu falecimento, escrito no seu testamento. Vamos garantir que o seu desejo se concretize para que mais alegria, amor e arte possam ser espalhados pelo mundo, esse foi o seu último desejo”, concluiu a nota.
Confira:
Em vida, Oliver já havia falado publicamente sobre o destino que pretendia dar à fortuna acumulada ao longo da carreira. Em entrevista ao programa “The Zach Sang Show”, o cantor revelou que havia estruturado seu testamento para que os recursos não fossem destinados à família. “Eu não acredito que a riqueza ou as coisas que são criadas a partir disso (da carreira) sejam minhas”, afirmou. “Então, quando eu morrer — eu já organizei isso — meu testamento está estruturado para que, quando eu partir, minha família não receba um centavo”, reiterou.
O artista explicou que sua intenção era direcionar os recursos para outros criadores e projetos ligados à arte. “A ideia é que, quando eu morrer, todo o dinheiro volte para os artistas”, declarou.
Na ocasião, ele comentou que sua obra continuaria gerando receitas após sua morte e revelou ter criado um sistema para definir os beneficiados. “Eu basicamente criei um comitê para quando eu morrer — e pretendo fazer isso ainda em vida — em que todos votarão para decidir para quem o dinheiro será destinado a cada ano”, mencionou.
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Cora Andrade




