Avaliação da PGR é de que os relatos apresentados por Vorcaro são genéricos e carecem de informações. — Foto: Reprodução
A Procuradoria-Geral da República (PGR) rejeitou, pela segunda vez, a proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. A decisão foi tomada após o órgão concluir que o material entregue não traz elementos novos capazes de justificar a celebração de um acordo de colaboração. As informações são do Metrópoles.
Segundo informações obtidas por fontes ligadas ao caso, a avaliação da PGR é de que os relatos apresentados por Vorcaro são genéricos e carecem de informações concretas que possam contribuir efetivamente para investigações em andamento.
Entre os pontos que pesaram para a rejeição está o fato de que, em diversos momentos, o banqueiro teria utilizado expressões como “ouvi dizer”, sem apresentar provas, detalhar circunstâncias ou assumir compromisso em relação a valores e fatos mencionados.
A delação premiada é um instrumento jurídico que exige a apresentação de informações inéditas, relevantes e passíveis de comprovação. Na avaliação da Procuradoria, a nova proposta não atendeu a esses requisitos.
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Daniel Vorcaro é fundador e principal acionista do Banco Master e seu nome tem sido alvo de atenção em diferentes investigações e discussões políticas nos últimos meses.
Com a segunda negativa da PGR, o futuro de uma eventual colaboração permanece indefinido. Até o momento, não há informações sobre a apresentação de uma nova proposta por parte da defesa do banqueiro.
A Procuradoria-Geral da República ainda não divulgou detalhes adicionais sobre a decisão.
Conteúdo Original / Fonte: Metrópoles
Redação ContilNet



