Calixto reage a pressão de prefeito de Feijó´; entenda

O secretário lembrou que o município de Feijó tem sido beneficiado com diversas ações estaduais | Foto: ContilNet

O secretário de Estado de Governo (Segov), Luiz Calixto, manifestou-se de forma direta sobre a recente tentativa do prefeito de Feijó, Railson Ferreira, e de vereadores da região em garantir uma agenda imediata com a governadora Mailza Assis.

O secretário ressaltou que o governo estadual mantém as portas abertas, mas advertiu contra o que chamou de “forçação de barra” por parte dos gestores municipais.

Segundo Calixto, o prefeito Railson Ferreira tem um histórico de acesso às instâncias governamentais, mas os encontros com a chefe do Executivo exigem rito e organização prévia.

“Nós temos que ter um certo cuidado para que isso não possa parecer forçação de barra ou constrangimento”, afirmou.

O secretário explicou que a agenda da governadora não havia sido construída para esse encontro específico e que ela possui compromissos e viagens pré-agendados, não estando disponível de forma ininterrupta.

“O governo não se move por disse-me-disse. Nós estamos sempre dispostos a receber todos os prefeitos, todos os vereadores. Esta é uma marca desse governo: o diálogo, o entendimento, a parceria. Mas nós não podemos fazer as coisas de forma atabalhoada”, continuou.

Calixto reforçou que o fluxo administrativo exige que as demandas passem primeiro por uma triagem na Segov antes de chegarem à governadora para a celebração final de acordos.

“Primeiro temos que depurar, ver qual é a pauta, qual é o entendimento… a governadora sempre entra no final para, digamos, selar o acordo que foi celebrado”, pontuou.

Ao finalizar, o secretário lembrou que o município de Feijó tem sido beneficiado com diversas ações estaduais, como recuperação de ramais e cessão de servidores, o que tornaria as reclamações atuais infundadas.

“O fato é que o município de Feijó sempre foi parceiro. Nós fizemos já convênios com recuperação de ramais, com a cessão de massa asfáltica, com a cessão de servidores. Portanto, eu não vejo motivos para tanta reclamação”, concluiu.

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