Com ajuda dos EUA, jovem é apreendido por terrorismo e nazismo em AL

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1 de 1 Imagem colorida mostra viatura da Polícia Civil do Alagoas (PCAL) - Metrópoles - Foto: Reprodução/assessoria

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) apreendeu um adolescente por apologia ao nazismo e atos preparatórios para o terrorismo em Arapiraca, a 125 quilômetros de Maceió, capital alagoana. O jovem tem 18 anos e os crimes teriam sido cometidos quando ele ainda tinha 17. O mesmo adolescente já havia sido apreendido anteriormente, após ataques feitos contra o influenciador Felca.

Segundo o delegado Alexandre Leite, a apreensão ocorreu na última semana e foi realizada após alerta de um órgão de inteligência dos Estados Unidos, que monitorou interações do então menor em redes sociais. Em fóruns on-line, o adolescente compartilhava mensagens discriminatórias, conteúdos de intolerância religiosa, homofobia e apologia ao nazismo.

Ainda de acordo com as investigações, também foram identificados atos preparatórios relacionados a possíveis práticas terroristas, o que teria chamado atenção das autoridades norte-americanas e motivado o acompanhamento internacional do caso.

Segundo o delegado Felipe Caldas, responsável pelas investigações, o jovem tem vasto conhecimento tecnológico e facilidade para se comunicar em outros idiomas.

O adolescente foi alvo de um mandado de busca e apreensão e acabou apreendido durante a operação. Na sequência, a Justiça determinou nova internação provisória, desta vez por 45 dias. De acordo com a PCAL, ele será monitorado ao longo do período de internação e poderá voltar a ser avaliado pela Justiça ao término da medida.

Ataques contra Felca

O mesmo adolescente já havia sido apreendido em agosto de 2025, aos 17 anos de idade. Ele era suspeito de participação em crimes de extrema gravidade, incluindo ameaças direcionadas ao influenciador digital Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca.

Com a identificação dos crimes, a Justiça de Alagoas decretou a internação provisória do adolescente. Foi após cumpris medidas socioeducativa e ser colocado em liberdade, que o investigado voltou a usar redes sociais para praticar os crimes que culminaram na apreensão da última semana.

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