Saiba quem são as apostas de Bocalom e do PSDB para Câmara em 2026

Ex-prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom/Foto: Reprodução

Em entrevista ao podcast do ContilNet, o Em Cena, o ex-prefeito de Rio Branco e pré-candidato ao governo do Estado, Tião Bocalom, falou sobre suas apostas e do PSDB para a Câmara dos Deputados.

Bocalom afirmou que o partido teve um período curto para montar a chapa e relembrou que não tem nenhum pré-candidato com mandato no PSDB.

“Nós tivemos poucos dias para montar chapa. Nós não tínhamos muito para oferecer. Nós tínhamos a oferecer um projeto. Veja que nós não ficamos com ninguém com mandato, nem na estadual, nem na federal. Isso oportunizou a gente trazer amigos, quem se filiou no partido para ser pré-candidato agora são amigos, diversos amigos que eu tenho”, disse.

Bocalom iniciou a lista pelo nome da ex-primeira-dama da capital, Kelen Bocalom, que foi confirmada como pré-candidata a deputada federal.

“Hoje nós temos 10 nomes como pré-candidato para federal, que estamos discutindo para fechar em 9. Nomes fechados nós temos a dona Kelen, que eu não tenho dúvida nenhuma que será uma candidata muito forte, afinal de contas ela é uma pessoa, que juntamente comigo tem rodado o estado, é uma pessoa muito preparada, é uma advogada preparadíssima. Eu acho que ela tem muita simpatia, as pessoas gostam muito dela, eu fico feliz com isso”, disse.

Bocalom e Kelen/Foto: Reprodução

O ex-prefeito disse, ainda, da pré-candidatura a deputado federal do ex-secretário de Saúde do Acre, Pedro Pascoal.

“Nós temos aí o doutor Pedro Pascoal, que todo mundo conhece, que foi secretário de Estado. Uma pessoa espetacular, tem um grande legado. Tem uma família grande em Cruzeiro do Sul, que é a família da esposa dele”, afirmou.

Saiba quem são as apostas de Bocalom e do PSDB para Câmara em 2026

Ex-secretário de Saúde, Pedro Pascoal/Foto: Ingrid Kelly/Secom

Outro nome nome citado por Bocalom é do ex-vereador e ex-secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, João Marcos Luz.

“Tem também o João Marcos Luz, que é o nosso âncora da direita no estado do Acre, todos os movimentos de direita que foram feitos no Acre sempre foram comandados pelo Marcos, e eu estava junto com ele. É um direita verdadeiro, que deu o título de cidadão rio-branquense para Bolsonaro, quando vereador”, disse.

João Marcos Luz afirma que seguirá Bocalom mesmo se PL apoiar outro nome ao governo e defende união da direita para evitar divisão eleitoral.

João Marcos Luz se filia ao PSDB nesta quarta | Foto: ContilNet

Um dos representantes do agronegócio, Marcelo Moura, filho de Jorge Moura, é um dos nomes citados por Bocalom

“Nós temos também o Marcelo Moura, filho do Jorge Moura, que representa o agronegócio. Quando falamos da pré-candidatura dele o negócio pegou fogo. Nessa região de Rio Branco subindo até o Alto Acre, todo lugar que eu falei o nome do Marcelo foi muito bem recebido e todo mundo tem ele e o pai dele como expoentes do agronegócio. Isso é forte, porque é alguém da área do agronegócio que sustenta o país”, disse.

Saiba quem são as apostas de Bocalom e do PSDB para Câmara em 2026

Marcelo Moura, filho de Jorge Moura, foi um dos nomes citados/Foto: Reprodução

“Tem esses nomes e outros nomes que a gente está discutindo. Tem outras mulheres também. Nós temos 11 nomes, e deles, vamos tirar os 9. Por isso estou evitando falar muitos outros nomes, que é como os acreanos falam que é ‘prego batido e virado a ponta’”, continuou.

Para a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), Bocalom disse que o PSDB tem, pelo menos, 35 nomes, e que o partido deve eleger três ou mais deputados estaduais e dois federais.

“Para estadual nós temos 35 nomes, já tem o pessoal que já é do PSDB antigo, já foram candidatos, e outros novos que a gente filiou no estado inteiro, vem bons candidatos do Juruá, em Rio Branco, no Alto Acre, como o caso do Emerson Leão, que já foi candidato a prefeito em Brasileia e diversos candidatos que nós temos aí. Eu acredito que nós temos uma chapa boa pra fazer de 3 ou mais deputados estaduais. Para federal, podemos fazer dois, e dependendo de como a gente acabar de mexer esse ‘melzinho’, podemos fazer até mais. Vamos ver como vai ficar as outras chapas”, concluiu.

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Maria Fernanda Arival, ContilNet

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