Gilmar Pismel procurou o ac24horas para denunciar atitude de um coordenador plantonista da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Segundo Distrito, em Rio Branco. Segundo o denunciante, ele e sua sogra, uma idosa de 67 anos, foram tratados com agressividade e desrespeito durante uma tentativa de atendimento médico na unidade. Segundo Gilmar, o caso ocorreu na manhã desta quinta-feira (9).
De acordo com ele, sua sogra realizou uma consulta anteriormente com uma determinada médica, que solicitou exames e orientou que o retorno fosse feito exclusivamente com ela. Após os exames ficarem prontos, a família compareceu à UPA nessa quarta (8), mas a médica não estava de plantão. Com a informação de que ela estaria presente no dia seguinte, hoje, Gilmar levou a sogra novamente à unidade.
Após a paciente fazer a ficha e aguardar atendimento, a médica de plantão informou que não analisaria os exames e que eles deveriam ser apresentados à médica que os solicitou. A família então buscou orientação com a coordenação da unidade.
Foi nesse momento que um servidor, que se apresentou como coordenador, teria reagido com hostilidade. “Tratou com muita brutalidade a minha sogra, dizendo que ela não tem obrigação de estar escolhendo o médico, que vai ser o que foi indicado e que ele é quem manda aqui”, relatou Gilmar.
Em seguida, segundo Gilmar, o servidor teria avançado em sua direção com intenção de empurrá-lo. “Eu pedi para ele tirar a mão de mim, que ele tivesse educação, que ele tava falando com uma idosa”, disse.
Após o episódio, a idosa foi retirada da área de atendimento e orientada a aguardar do lado de fora. Gilmar afirma que o estado emocional da paciente piorou com a situação. “Ela está muito nervosa e já está com vontade até de desistir do exame”, declarou, relatando que a idosa não havia recebido atendimento até o fechamento desta matéria.
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Rebeca Martins




