Uma mulher foi atacada por cinco homens em Minas Gerais, espancada e jogada em um rio. O caso ocorreu após ela ser rendida e levada a outro local. A vítima sobreviveu e conseguiu buscar ajuda.
Uma mulher de 41 anos conseguiu sobreviver após ser vítima de uma sequência de violências em Minas Gerais. Segundo a TV Globo, o caso aconteceu nesta terça-feira (30), em Veríssimo, no Triângulo Mineiro, e é investigado como tentativa de homicídio qualificado.
De acordo com a Polícia Militar, a vítima foi encontrada na manhã de quarta-feira (1º), às margens da rodovia AMG-2545, em estado de choque e com sinais de agressão. Aos agentes, ela contou que havia sido colocada no porta-malas de um carro e, em seguida, jogada de uma ponte sobre o Rio Uberaba após ser atacada por um grupo de cinco pessoas. A mulher foi encontrada chorando, descalça, com as roupas rasgadas e com um pano amarrado no pescoço.
A vítima relatou que tudo começou na casa noturna onde ela trabalhava. A confusão foi motivada por uma discussão envolvendo dinheiro, após o desaparecimento de uma quantia no local. O desentendimento teria sido com o proprietário do estabelecimento. Ainda conforme o boletim de ocorrência citado pela emissora, os suspeitos foram até o local de trabalho da mulher após a discussão, e foi lá que as agressões começaram.
Segundo a polícia, a mulher foi agredida com socos e também com um objeto que não conseguiu identificar. Em meio à violência, ela chegou a desmaiar após ser enforcada e, quando acordou, percebeu que havia tido os cabelos cortados. Mesmo amarrada, a vítima conseguiu se soltar, nadar até a margem do rio e passou a noite escondida.

Um homem foi preso em Conceição das Alagoas (MG) após a Polícia Militar realizar buscas e analisar imagens de câmeras de segurança. Outros envolvidos seguem sendo procurados e, segundo as autoridades, cinco pessoas são suspeitas de envolvimento no crime: quatro jovens de 21, 23, 26 e 28 anos, além de outra pessoa de 34 anos. A Polícia Civil informou que não divulgou mais detalhes do caso para não comprometer a investigação.
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Anna Cecília Nunes




