Blake Lively e Justin Baldoni encerraram a disputa judicial envolvendo o filme “É Assim que Acaba” após um acordo. O caso, porém, segue repercutindo por causa dos impactos financeiros e profissionais atribuídos ao processo.
A disputa judicial entre Blake Lively e Justin Baldoni chegou ao fim na última segunda (4), após cerca de um ano e meio de embates na Justiça e um acordo firmado entre as partes. No entanto, segundo o Page Six, o caso não apenas abalou a reputação dos artistas em Hollywood, como também gerou gastos milionários com honorários advocatícios.
O conflito começou em 2024, quando Blake apresentou uma série de acusações contra Baldoni após a divulgação do filme “É Assim que Acaba”. Em abril deste ano, porém, 10 das 13 alegações feitas pela atriz foram rejeitadas pelo juiz responsável pelo processo. Depois de meses de trocas públicas de acusações e tensão nos tribunais, os dois decidiram encerrar o caso em um acordo extrajudicial.
De acordo com a publicação, nenhum dos envolvidos recebeu dinheiro no acordo e, juntos, eles teriam gasto cerca de US$ 60 milhões, aproximadamente R$ 340 milhões, em despesas judiciais. Especialistas ouvidos pelo veículo afirmaram que os custos incluíram honorários de advogados que cobravam mais de US$ 1.500 (cerca de R$ 8,5 mil) por hora, além de consultores estratégicos, análise forense de mensagens, gerenciamento de reputação e investigações internas.
Apesar do encerramento do caso, Blake ainda tenta fazer com que Baldoni arque com seus honorários advocatícios. “As acusações foram retiradas. Ela procurou a equipe de Baldoni para um acordo. Ela retirou voluntariamente as alegações restantes. Pediu US$ 300 milhões e recebeu zero”, afirmou uma fonte.
Documentos judiciais analisados pelo site também apontaram que não existe nenhuma ordem de silêncio ou acordo de confidencialidade impedindo manifestações públicas sobre o caso, e Baldoni pretende se pronunciar. “Justin pretende contar toda a história. Isso sempre foi importante para ele”, disse outro contato.
O consultor estratégico Robbie Vorhaus avaliou que o acordo foi uma tentativa de preservar a imagem pública dos envolvidos. “Um acordo sem cheque é apenas um entendimento mútuo para parar de sangrar em público”, declarou. Ele ainda sugeriu que o anúncio do fim da disputa pouco antes do Met Gala teria sido estratégico. “A aparição de Blake no Met Gala no mesmo dia em que a notícia saiu foi um sinal cuidadosamente calculado de que o pesadelo nacional havia acabado”, concluiu.
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Cora Andrade




