Barraco! Malévola discute após denunciar transfobia em praia no PB e dona de barraca abre BO

Influenciadora afirmou ter sido alvo de transfobia em barraca de praia, enquanto comerciante negou as acusações e registrou boletim de ocorrência

Um bate-boca envolvendo a influenciadora Malévola Alves terminou com acusações de transfobia, troca de versões e registro de boletim de ocorrência neste fim de semana, na Praia do Bessa, em João Pessoa (PB). A confusão aconteceu após a influenciadora afirmar ter sido chamada de “Paulão” por pessoas que estavam em uma barraca de praia. O momento foi registrado em vídeo pela própria Malévola.

Segundo a influenciadora, a expressão utilizada contra ela configuraria um ato de transfobia. Após o episódio, Malévola confrontou funcionários da barraca e gravou toda a discussão no local.

Veja as fotos

Malévola em conteúdo no TikTokReprodução: TikTok/@
malevolazx

Reprodução: TikTok/@
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Malévola em conteúdo no TikTokReprodução: TikTok/@
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Reprodução LeoDias

Reprodução LeoDias

Reprodução / Instagram

Malévola sobe o tom contra Jojo após intimação policialReprodução / Instagram


Durante a confusão, uma funcionária negou que qualquer integrante da equipe tivesse feito a suposta ofensa e afirmou que todos os trabalhadores são fãs da influenciadora, reforçando que não houve desrespeito. Um homem que também estava na barraca declarou que não ouviu qualquer grito direcionado a Malévola.

Após a repercussão do caso, a responsável pela barraca Espetinho da Janaina se pronunciou nas redes sociais e informou que registrou um boletim de ocorrência para que os fatos sejam apurados.

Ao mostrar o documento, a comerciante negou as acusações feitas pela influenciadora e afirmou que seus funcionários apenas desempenhavam suas atividades quando a discussão começou.

Na publicação, ela declarou que o próprio vídeo da confusão mostraria quem teria chegado “apontando o dedo, ameaçando, humilhando e desrespeitando” os trabalhadores. A comerciante também afirmou que as pessoas envolvidas haviam se aproximado inicialmente apenas para pedir uma foto e questionou o fato de Malévola ter atribuído a suposta ofensa à barraca sem identificar quem efetivamente teria pronunciado as palavras.

Ao final do pronunciamento, a responsável pelo estabelecimento pediu que o público acompanhe a apuração dos fatos antes de tomar partido sobre o episódio.

Até o momento, o caso segue cercado por versões divergentes. Enquanto Malévola sustenta que foi vítima de transfobia, a comerciante nega que a ofensa tenha partido de funcionários da barraca e afirma que buscou as autoridades para esclarecer o ocorrido.

Luiz Henrique Oliveira

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