Luís De La Fuente, técnico espanhol, foi professor em cursos de formação de técnicos que teve Lionel Scaloni, treinador argentino, como aluno
(De La Fuente, técnico da Espanha, deu aulas para Scaloni, técnico da Argentina, em curso de técnicos / Foto: Real Federación Espanola de Fútbol (RFEF) )
A final da Copa do Mundo vai colocar frente a frente uma história rara no futebol: de um lado, Luis de la Fuente, técnico da Espanha; do outro, Lionel Scaloni, comandante da Argentina e ex-aluno do espanhol. Antes de se tornarem adversários no maior palco do esporte, os dois construíram uma relação de mestre e pupilo em um curso de treinadores da Federação Espanhola, em 2017.
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Scaloni buscava licença de treinador em Las Rozas, sede da entidade, quando teve De la Fuente como professor. Na época, o argentino ainda dava os primeiros passos na nova carreira, depois de encerrar a trajetória como jogador. O vínculo profissional evoluiu para amizade e, segundo relatos publicados na imprensa internacional, os dois mantiveram contato ao longo dos anos.
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Scaloni e Flaco LópezReprodução

A Argentina está na final da Copa do Mundo de 2026 / Foto: Reprodução Instagram @afaseleccion

A Argentina está na final da Copa do Mundo de 2026 / Foto: Reprodução Instagram @afaseleccion

Reprodução

Espanha é a primeira finalista da Copa do Mundo de 2026 / Foto: @sefutbol Instagram

Espanha é a primeira finalista da Copa do Mundo de 2026 / Foto: @sefutbol Instagram

Foto: Reprodução/ Redes Sociais

A Argentina está na final da Copa do Mundo de 2026 / Foto: Reprodução Instagram @afaseleccion
O reencontro tem um peso simbólico especial porque ocorreu em um cenário de afirmação para ambos. Scaloni levou a Argentina a uma fase de protagonismo sob seu comando, enquanto De la Fuente consolidou a Espanha como uma equipe competitiva e organizada. A final, portanto, não é apenas um confronto entre seleções fortes, mas também entre trajetórias que se cruzaram no início de um novo ciclo profissional.
Em entrevistas recentes, Scaloni fez questão de lembrar o papel do antigo professor em sua formação. De la Fuente também demonstrou carinho pela história e tratou o reencontro como algo marcante, reforçando o componente humano por trás da disputa pelo título.


