Camila Queiroz faz revelação sobre células-tronco da filha com Klebber: “Escolha consciente”

Camila Queiroz, de 33 anos, usou as redes sociais nesta terça-feira (7/7) para falar sobre uma decisão tomada no nascimento da filha, Clara, fruto do casamento com Klebber Toledo, de 40 anos. A atriz contou que optou por armazenar as células-tronco da bebê, coletadas durante o parto por meio do sangue e do tecido do cordão umbilical. Segundo ela, a escolha foi feita após muita pesquisa e conversas com a obstetra, pensando no futuro da filha.

“Desde antes de eu engravidar, quando eu só desejava ser mãe, eu sempre consumi todos esses conteúdos. Então, eu assistia a vídeos de relato de parto, de bolsa maternidade, dicas de como cuidar de uma criança. Enfim, hoje eu continuo assistindo, continuo gostando muito, claro que com um outro olhar”, iniciou.

Veja as fotos

Camila Queiroz apresenta sua filha, ClaraFoto: Hick Duarte (Thinkers Mgmt)

Foto: Hick Duarte (Thinkers Mgmt)

Camila Queiroz apresenta sua filha, ClaraFoto: Hick Duarte (Thinkers Mgmt)

Crédito: Reprodução Instagram @camilaqueiroz

Camila Queiroz, Klebber Toledo e ClaraCrédito: Reprodução Instagram @camilaqueiroz

Foto/Instagram

Nasce Clara, primeira filha de Camila Queiroz e Klebber ToledoFoto/Instagram

Foto/Instagram

Nasce Clara, primeira filha de Camila Queiroz e Klebber ToledoFoto/Instagram


Camila contou que o assunto sempre despertou seu interesse e explicou que, durante a gestação, buscou ainda mais informações sobre a coleta de células-tronco: “Eu perguntei muitas vezes para a minha obstetra, fui atrás, me informei pra caramba, e ela sempre me dava respostas muito otimistas, muito positivas, inclusive sobre estudos que ainda continuam acontecendo. Então, hoje, a gente já tem milhares de transplantes que foram realizados e diversas aplicações das células-tronco. E essas pesquisas, como eu falei, ainda continuam sendo feitas, e isso só reforça o potencial da coleta das células-tronco”.

A modelo também incentivou outros pais a buscarem orientação sobre o tema: “Para nós, foi uma escolha muito consciente, muito pensada e pensando principalmente no futuro da Clara. Mamães e papais que estão agora nesse momento de tomar essa decisão, deem uma pesquisada, perguntem para a obstetra de vocês, se informem mais”.

Em seguida, ela explicou como o procedimento foi realizado: “Foi uma coleta feita no parto, de forma muito rápida”, afirmou. Segundo a atriz, as células-tronco podem ser coletadas a partir do sangue e do tecido do cordão umbilical, material que normalmente seria descartado após o nascimento.

“É um processo muito simples, muito seguro, não tem risco nenhum nem para a mamãe, nem para o bebê. Eu praticamente nem vi a pessoa fazendo essa coleta”, completou.

As células-tronco podem ser utilizadas no tratamento de diversas doenças graves, como leucemias, linfomas, anemias severas e falências medulares. Elas também são consideradas promissoras para a medicina regenerativa, área que segue em constante pesquisa para futuras aplicações em doenças como Parkinson, Alzheimer e diabetes.

Letícia Campos

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