Meghan Markle e príncipe Harry estariam enfrentando dificuldades financeiras, segundo fontes do Page Six. A duquesa teria assumido papel central nas finanças da família enquanto busca novos projetos e parcerias.
Meghan Markle e príncipe Harry estariam enfrentando problemas financeiros. Fontes do Page Six afirmaram, nesta quarta-feira (13), que a duquesa é atualmente a principal “provedora” da família Sussex, e poderá ser forçada a tomar medidas drásticas para pagar as contas exorbitantes dela e do marido.
De acordo com os insiders, Meghan é “basicamente o sustento” da casa diante das finanças “apertadas” do casal. “O dinheiro está curto“, disse um informante próximo a ela. Acontece que, segundo outra fonte, a duquesa e Harry gastam anualmente pelo menos US$ 6 milhões, ou seja, R$ 29 milhões, em despesas operacionais no enclave bilionário de Montecito, na Califórnia.
Meghan estaria focada em expandir sua linha de produtos “As Ever” após o recente rompimento com a Netflix, enquanto Harry estaria concentrado principalmente em seu trabalho filantrópico, considerado nobre, porém sem renda.
Conforme a publicação, o casal gasta cerca de U$ 3 milhões, o equivalente a R$ 15 milhões, com segurança privada para toda a família, incluindo os dois filhos: príncipe Archie, de 7 anos, e princesa Lilibet, de quatro. Eles também precisam pagar a hipoteca da mansão de U$ 15 milhões, ou seja, R$ 75 milhões.
Para ajudá-la a melhorar suas finanças, Meghan possui um círculo de amigas “ricas e poderosas”, segundo o Page Six. Parte desse grupo inclui Lauren Sánchez Bezos, esposa do fundador da Amazon Jeff Bezos, e Jamie Kern Lima, fundadora da IT Cosmetics. Ainda de acordo com a publicação, Meghan também tem frequentado eventos sobre investimentos nos últimos anos.
Em abril, ela também se uniu à plataforma de moda com inteligência artificial “OneOff”, como investidora e participante em destaque, cujas “edições exclusivas” pessoais estão disponíveis para compra. Além dela, Suki Waterhouse, Emma Chamberlain, Kate Hudson e Shay Mitchell estão na plataforma. A iniciativa lhe rende uma porcentagem das vendas, mas gerou críticas por potencialmente priorizar o lucro em detrimento do seu trabalho filantrópico, já que as peças vendidas fazem parte disso.
Os novos caminhos lucrativos de Meghan ocorrem após a Netflix revelar que o programa “With Love, Megan” não retornaria para uma terceira temporada. As fontes esclareceram, ainda, que ela teve que “carregar” o programa “sozinha”, o que acabou em uma grande irritação dos funcionários do streaming. Além disso, surgiram rumores de que a duquesa estaria pronta para voltar a atuar em Hollywood.

Enquanto isso, Harry não foi pago por sua participação como palestrante no InterEdge Summit em Melbourne, durante a visita “quase real” na Austrália. Os seus projetos ainda incluem a paixão pelos Jogos Invictus e a atuação como diretor de impacto na BetterUp, uma startup do Vale do Silício voltada para saúde mental. Para este trabalho, o salário anual está estimado em U$ 1 milhão, ou seja, R$ 5 milhões, segundo a publicação.
Fontes relataram que Harry atua na companhia desde 2021. No entanto, em agosto de 2024, o Daily Beast noticiou que, segundo alguns funcionários, as funções do príncipe eram “nebulosas” e que as responsabilidades diárias dele eram consideradas “zero”. A família Sussex deverá retornar ao Reino Unido em julho, para uma celebração de contagem regressiva para os Jogos Invictus de 2027, em Birmingham. Por enquanto, Meghan e Harry não comentaram sobre os supostos problemas financeiros.
Siga a Hugo Gloss no Google News e acompanhe nossos destaques
Sally Borges




