O advogado de Justin Baldoni sugeriu o “verdadeiro motivo” para Blake Lively aceitar o acordo judicial, faltando duas semanas para o início do julgamento. Bryan Freedman apontou medo da atriz e listou supostas mentiras que ela teria feito nos autos do processo. A defesa de Lively se pronunciou.
#S.O.S.! O advogado de Justin Baldoni fez um exposed afiado e sugeriu o “real motivo” para Blake Lively aceitar o acordo judicial antes do início do julgamento. Nesta quinta-feira (7), ao TMZ, Bryan Freedman disse que a atriz “se rendeu” antes que o caso ficasse “insuportável”. Além disso, ele afirmou que a estrela de “É Assim Que Acaba” estava apavorada com a ideia de depor e ser interrogada pelo júri.
“Parte do motivo pelo qual Blake fez o acordo foi porque ela tinha medo de depor no julgamento. Ela não queria ser interrogada por ninguém, pois isso a obrigaria a dizer a verdade”, declarou o advogado de Baldoni.
Freedman ainda argumentou que Blake teria mentido nos autos do processo. “Blake mentiu sobre ter pedido à Sony para destruir as gravações diárias. Ela mentiu ao dizer que nunca pediu a [autora] Colleen Hoover para deixar de seguir Justin Baldoni. Em seu depoimento, Colleen disse que Blake pediu que ela deixasse de segui-lo. E houve mais mentiras”, pontuou.
Em seguida, o advogado analisou o veredito do caso. “Resumindo… Blake entrou com um pedido de indenização de 300 milhões de dólares e acabou sem nada. Se isso é uma vitória retumbante, como seria uma derrota?”, questionou. Por fim, a defesa de Baldoni teceu duras críticas à atriz.
“Se ela está fazendo isso pelas sobreviventes de agressão sexual, assédio sexual e retaliação, como ela diz, então por que não depõe no julgamento e prova isso ao mundo? Um julgamento teria exposto suas mentiras e toda a difamação que ela proferiu nas entrevistas”, concluiu.
A defesa de Lively rebateu os comentários de Freedman. “Acho que ele não está mais ‘extasiado’ com o acordo”, ironizou, em comunicado ao site.
As estrelas de “É Assim Que Acaba” chegaram a um acordo na segunda-feira (4), após uma longa batalha judicial, faltando apenas duas semanas para o início do julgamento. A atitude foi vista como uma “manobra de última hora”.
Lively e Baldoni estavam em disputa judicial desde o final de 2024, quando a atriz fez uma série de acusações contra o diretor, incluindo assédio sexual no set de filmagem e uma suposta campanha de difamação contra ela. No entanto, recentemente, 10 das 13 alegações apresentadas pela estrela foram rejeitadas por Lewis Liman, juiz do caso.
As três acusações restantes eram retaliação, cumplicidade em retaliação e quebra de contrato, e voltadas à produtora de Baldoni, Wayfarer Studios e uma empresa de relações públicas contratada pela equipe de Baldoni. Meses atrás, Liman também rejeitou o processo de difamação de US$ 250 milhões movido pelo diretor contra o The New York Times – pela cobertura das alegações – e outro de US$ 400 milhões contra a atriz, Ryan Reynolds e a assessora Leslie Sloane.
A nota divulgada pela produtora de Baldoni também foi assinada em conjunto com Lively. Além de falarem sobre o fim da briga judicial, ambos ressaltaram a satisfação com o filme, bem como o impacto gerado com a história da autora, que aborda temas ligados à violência doméstica. Informações sobre os valores não foram divulgados, mas, de acordo com a imprensa internacional, há relatos de que nenhuma indenização foi concedida.
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Thamyris Couto




