O influenciador e ex-candidato a deputado federal Marcelo Alexandre Ganum Bimbi foi intimado pela Justiça Eleitoral do Acre a quitar uma dívida reconhecida judicialmente no prazo de cinco dias. A cobrança, feita pela Advocacia-Geral da União (AGU), já está na fase de cumprimento de sentença, ou seja, não há mais espaço para contestação sobre o mérito da decisão.
Caso não efetue o pagamento dentro do prazo, Bimbi pode enfrentar uma série de consequências legais, como o bloqueio de contas bancárias, penhora de bens, inclusão em cadastros de inadimplentes e outras restrições que podem atingir diretamente sua vida financeira e jurídica.
A intimação determina que o valor seja pago por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU), com identificação vinculada ao processo. Sem a quitação voluntária, a Justiça pode avançar com medidas mais duras para garantir o cumprimento da decisão.
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O caso tramita no Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC), sob relatoria do juiz Jair Araújo Facundes, com atuação da Procuradoria Regional Eleitoral como fiscal da lei.
Histórico de polêmicas
O nome de Bimbi já esteve envolvido em controvérsias recentes. Em 2024, ele fez graves acusações contra o então governador do Acre, Gladson Camelí, afirmando em redes sociais que teria sido vítima de estupro e que estaria sofrendo ameaças.
As declarações foram negadas por Cameli, que afirmou que adotaria medidas legais. Pouco tempo depois, Bimbi apagou as publicações e declarou que sua conta havia sido hackeada. Em nota pública, pediu desculpas e manifestou solidariedade ao governador, afirmando que os conteúdos divulgados não eram de sua autoria.
Anne Nascimento, ContilNet



